Categoria ‘Comportamento’

As consequências do bullying ao longo da vida

por Victor Barbieri, em 10/02/2012 às 2h00

Já falamos sobre bullying e cyberbullying diversas outras vezes no NJovem. O infográfico abaixo, porém, mostra, além de interessantes dados sobre esse comportamento, as consequências que ele traz para a vida dos jovens – tanto para as vítimas quando para os que praticam a agressão, que podem se tornar adultos agressivos.

Os perfis das pessoas na era digital

por Victor Barbieri, em 06/02/2012 às 10h03

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A agência DM9 fez um amplo estudo sobre o comportamento das pessoas no ambiente digital no Brasil. Como resultado, foram encontrados cinco perfis não necessariamente relacionados às classificações demográficas e psicográficas. Chamados de “digigráficos”, são eles: imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.

Confira a introdução no vídeo abaixo e, ao fim, clique em cada um dos perfis para saber mais:

O bullying em números

por Victor Barbieri, em 26/01/2012 às 12h44

No último ano, o bullying passou a chamar ainda mais atenção de educadores, imprensa e autoridades, após casos extremos desse tipo de violência psicológica (e até mesmo física) terem sido registrados entre diversos jovens.

Para ajudar a entender e divulgar o problema, a University of Southern California produziu o infográfico abaixo, compilando diversas pesquisas já realizadas sobre o tema. Ele mostra que uma em cada quatro crianças são vítimas de bullying todos os meses nos Estados Unidos. Entre os estudantes homossexuais, o problema é ainda mais grave: nove em cada dez. Na maior parte dos casos, as vítimas foram insultadas verbalmente (21% dos casos). Apesar das graves consequências de tal comportamento, apenas 81% dos casos de bullying são reportados aos adultos.

Veja mais abaixo. E leia também o que já publicamos sobre bullying e cyberbullying.

 

 

 

 

 

 

 

Tendências do mercado mobile para 2012

por NJovem, em 23/01/2012 às 1h50

A agência Vocal selecionou algumas das tendências que devem nortear o mercado mobile neste ano, quando 5 bilhões de aparelhos celulares deverão estar em funcionamento.

A briga entre Apple e Google entre os sistemas operacionais deve continuar, com o Google e seu Android ganhando cada vez mais terreno. O ecommerce via redes sociais também deve crescer, com a parceria anunciada entre eBay e Facebook, enquanto que a navegação via web browser vai cair mais, com o desenvolvimento de um maior número de aplicativos que cumprem a mesma função. O acesso às redes sociais via celulares e smartphones também terá um significativo incremento. Hoje, 55% dos usuários de Twitter dizem acessar a plataforma via aparelhos móveis.


O que mais influencia os jovens nas decisões de compra

por Victor Barbieri, em 12/01/2012 às 11h08

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Não há dúvidas de que a Geração Y é mais influenciada pelas redes sociais nas suas decisões de compra do que as gerações anteriores. Uma recente pesquisa, porém, apesar de comprovar tal fato, mostra um outro lado de tal situação. Os jovens são mais influenciados não pelo que veem no Twitter e no Facebook – mas sim pelas divulgações nos pontos de venda, pelo boca-a-boca e pela publicidade na internet.

Para saber mais, visite nosso Banco de Pesquisas.

100 tendências que definirão a cultura jovem mobile em 2012

por Victor Barbieri, em 05/01/2012 às 9h06

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O site mobileYouth divulgou uma apresentação com as tendências que vão definir o comportamento dos jovens em 2012 no universo mobile. Entre elas, a Era da Descoberta, na qual esses jovens começam a descobrir por si só novos produtos, passando a ser influenciados pelos chamados Change Agents, e não mais pelas agências. Como, então, fazer seu produto chegar a esses agentes?

Uma vez que você consegue fãs para a sua marca, construa uma casa para eles (comunidade, projeto ou causa) – um espaço no qual possam criar um diálogo e um contexto entre si, mas depois se afaste, para que eles construam um relacionamento próprio, sem sua participação ativa. O que leva a outra tendência: a necessidade de pertencer a algo – seja um grupo, um movimento, time ou subcultura.

Confira as primeiras 30 tendências abaixo. Para ter acesso às demais, cadastre-se no site.

Sem mensagens para você

por Superinteressante, em 03/01/2012 às 6h05

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Texto original por Ismael dos Anjos

Foi-se o tempo em que telefones celulares serviam apenas para efetuar ligações. A novidade é que, aparentemente, agora também é questão de tempo para que eles não sirvam nem para mandar mensagens.  Explica-se: é que, de acordo com um levantamento publicado pelo site da revista americana de economia Forbes, os consumidores estão parando de enviar SMS.

Tradicionalmente a principal época para a troca de mensagens, o período das festas de fim de ano decepcionou ao redor do mundo em 2011. Na Finlândia, a principal operadora do país sofreu com uma queda de 22% em relação ao ano anterior. Em Hong Kong, a diminuição foi de 14%, e, na Austrália, de 9%. E nem os Estados Unidos parecem escapar à tendência, já que, apesar da quantidade de SMS enviadas ainda estarem em expansão, a taxa desse crescimento está em franca decadência.

Mas calma, não precisa chamar seus amigos de ingratos ou pensar que eles andam se esquecendo de te chamar pra balada. Analistas do setor – e, muito provavelmente, qualquer usuário de smartphones – já acharam uma boa explicação para isso: o uso crescente de redes sociais e serviços gratuitos de trocas de mensagem via internet.

E você, já chutou as SMS pra escanteio e passou a usar WhatsApp, Viber, Gtalk, Facebook e Blackberry Messengers do seu celular?

Imagem: João R. 

Construa um exército de influenciadores

por Victor Barbieri, em 21/12/2011 às 5h14

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Texto original por Patrick Evans

Muitas vezes os profissionais de marketing falam sobre tentar ganhar influenciadores ou, em outras palavras, influenciar aqueles que têm influência sobre muitas pessoas.

As empresas tentam fazer isso de diversas maneiras, como oferecer a consumidores supostamente influenciadores em uma grande audiência a possibilidade de fazer test drive de carros por alguns dias ou conseguir amostras grátis de seus produtos.

Essa prática é difundida especialmente entre quem quer ganhar a atenção e o bolso do consumidor da Geração Y. O problema é que esses jovens não necessariamente confiam nesses influenciadores: eles confiam nos seus amigos.

Uma recente pesquisa da Deloitte descobriu que 90% dos consumidores dessa geração pedem opiniões a seus amigos a respeito de marca e produtos e 80% dizem que seus amigos têm alguma influência na decisão de compra.

Os amigos dos jovens – e não blogs, sites com resenhas, usuários de mídias sociais ou estrelas do YouTube – têm uma grande influência. É por isso que os profissionais de marketing e publicitários, especialmente aqueles que trabalham em empresas com uma forte presença em redes sociais, precisam focar em ganhar cada uma das interações com os consumidores da Geração Y.

Claro, um usuário pode ter mais seguidores no Twitter ou amigos no Facebook, mas, baseado nos números, uma pessoa com muito menos fãs ou seguidores pode acabar tendo uma influência ainda maior em uma eventual compra.

Pelo fato de cada membro dessa geração ser um possível influenciador, você não pode passar a oportunidade de influenciar positivamente cada consumidor com o qual você faz contato.

Procure focar em ganhar interações menores e individuais para construir um exército de consumidores jovens autenticamente recomendando seu produto, ao invés de pagar pela atenção de alguns poucos influenciadores “famosos”.

Um retrato da Geração Y

por Victor Barbieri, em 20/12/2011 às 9h55

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A Geração Y (também chamada de Millennial) representa hoje 50 milhões de jovens que possuem entre 18 e 29 anos apenas nos Estados Unidos – no Brasil, são cerca de 20 milhões. O infográfico abaixo, baseado em uma série de pesquisas realizadas com jovens norte-americanos, traz o perfil detalhado dessa geração. Você sabia que 40% deles têm uma tatuagem? E que apenas um em cada cinco são casados? Ainda há informações interessantes a respeito do mercado de trabalho: 60% deles já mudaram de carreira pelo menos uma vez e 60% também afirmam não ganhar dinheiro suficiente nos seus trabalhos atuais.

Amigos demais no Facebook?

por Victor Barbieri, em 01/12/2011 às 11h17

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Será que os usuários do Facebook estão satisfeitos com a quantidade de amigos que eles têm na rede social? Uma pesquisa realizada com 354 pessoas nos Estados Unidos procura responder essa questão.

Segundo ela, 77% dizem estar satisfeitos com sua lista de amigos, 14% afirmam ter muitos amigos na rede e apenas 9% querem mais. Entre os jovens, porém, o cenário é outro. Entre aqueles que têm de 18 a 29 anos, 27% afirmam querer mais amigos – número que cai para apenas 2% entre os de 30 a 44 anos.

Para saber mais, clique aqui.

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