Categoria ‘Ideias’
Jovens micro-voluntários
por Victor Barbieri, em 17/06/2011 às 2h47
Por Victor Barbieri

Em um mundo em que os jovens estão se acostumando a gastar cada vez menos tempo em cada vez mais tarefas, um novo movimento surge para auxiliar aqueles que se interessam por trabalho voluntário, mas não têm minutos de sobra para se dedicar a esse tipo de atividade.
O site Sparked busca incentivar os jovens a praticar o micro-voluntariado. Nele, é possível encontrar pessoas que buscam os mais diversos tipos de ajuda, em uma grande variedade de projetos. Tal ajuda pode ser realizada em dois minutos ou duas horas, sem sair da frente do computador e na hora em que o voluntário achar mais conveniente. É possível auxiliar a uma organização sem fins lucrativos a realizar trabalho em redes sociais, participar de brainstorm para novos produtos ou de um grupo de foco para um novo site.
Qual música você está ouvindo?
por Victor Barbieri, em 15/06/2011 às 6h32
Por Victor Barbieri
A música está mais presente do que nunca na vida dos jovens, e saber o que sai dos seus fones de ouvido é informação preciosa para quem se comunica com esse público. Dois vídeos simples, mas curiosos, revelam o que transeuntes de Nova York e Londres ouvem nos seus aparelhos de MP3.
McDonald’s usa game controlado por smartphone em campanha na Suécia
por Superinteressante, em 15/06/2011 às 3h56
Por Fred Di Giacomo
Hoje não vamos falar sobre notícias que viraram jogos, mas sobre jogos que vendem hambúrgueres. Sim, aconteceu em Estolcomo, terra de boas bandas de rock e lar da campanha “Pick n Play”, em que o McDonald’s colocou jogos em telões, controlados por smartphones. Dependendo da sua pontuação, claro, você ganhava uma guloseima da rede de fast food. O vídeo vale mais seu tempo do que esse textinho introdutório:
Doações para jovens cineastas
por Victor Barbieri, em 10/06/2011 às 2h21

Já falamos aqui no blog sobre iniciativas de crowdfunding que permitem ajudar bandas que querem lançar suas músicas. Um outro site que parte do mesmo princípio pensa ainda maior: o Kickstarter se auto-define como a maior plataforma para financiamento de projetos criativos no mundo.
Ele não se restringe apenas à música, mas sim a todos os campos criativos imagináveis: filmes, arte, tecnologia, design, comida, publicações, entre outros. Por meio de doações, os usuários podem auxiliar os criadores na arrecadação de fundos para seus projetos. O dinheiro só passa de mãos quando 100% do valor necessário é obtido e, em troca, eles oferecem algum tipo de produto ou experiência aos doadores.
A plataforma é especialmente interessante para jovens cineastas que querem quantias distantes das cifras hollywoodianas para pequenos projetos. Fundada em 2009, ela já arrecadou R$ 21 milhões para mais de 2 mil filmes, sendo que seis deles passaram da marca de cem mil dólares.
O recordista de doações é o filme Blue Like Jazz, que atingiu a marca de quase 350 mil dólares – quase o triplo do objetivo inicial. Cineastas indie conseguem, dessa forma, realizar e promover seus filmes sem a interferência de estúdios e investidores.
Assista ao trailer de Blue Like Jazz abaixo:
E-writers
por Victor Barbieri, em 09/06/2011 às 12h38
Por Victor Barbieri

O surgimento dos blogs permitiu que jovens ao redor do mundo pudessem expor suas opiniões e ideias. Agora, com a disseminação de outras ferramentas da web, como redes sociais e dispositivos móveis, alguns jovens estão canalizando a vontade de escrever para uma outra direção: criando livros.
O crescimento das vendas dos tablets, e-readers e e-books permite que essas mentes criativas vislumbrem um futuro em que seus textos literários poderão chegar mais facilmente às mãos de seus leitores, dependendo menos das editoras de livros impressos. Por ora, seus textos estão encontrando outras formas de veiculação mais curiosas, como o Facebook.
Diversos perfis hoje publicam capítulos periodicamente, por meio das Notas disponibilizadas na rede social. Alguns dos mais populares, em inglês, são Memoirs of a “Mean” Girl from London, Life In London (How Did I Cope?), Brianna; It’s a hard knock life e The Girl Who Cried R*pe.
Os jovens querem criar e querem ser ouvidos – ou lidos. Em um mercado digital, diversas possibilidades se abrem. E também para as marcas que estiverem dispostas a prestar atenção neles.
Outra iniciativa parecida, mas mais criativa, veio da cabeça de dois publicitários brasileiros: a obra portuguesa O Bom Inverno foi adaptada para o Facebook. Assim como tantas outras são adaptadas para o cinema ou para a televisão. Para acompanhar seu desenrolar, os usuários tinham que ser amigos do narrador da história e dos 17 personagens. Veja aqui.
Buscador online ajuda a preservar a Floresta Amazônica
por Superinteressante, em 08/06/2011 às 9h44
Por Débora Spitzcovsky
Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia.
Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais. Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.
Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.
Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.
A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?
Para crianças e adultos
por Victor Barbieri, em 01/06/2011 às 3h23
Por Victor Barbieri

Poucos produtos conseguem marcar tanto a infância e ainda despertar um certo desejo pela marca na vida adulta. Os carrinhos da Hot Wheels são alguns desses. Com um público predominantemente infantil (desconsiderando os colecionadores adultos), os carros, pistas e produtos licenciados da marca fazem brilhar os olhos de meninos em todo o mundo.
Mas os olhos dos seus pais também têm brilhado com as ações que a marca tem feito nos últimos meses. A intenção é deixá-la viva na memória desses adultos, mostrando que a Hot Wheels ainda é tão cool pra ele como era quando ele tinha seus dez anos. E, claro, espera-se que ele se lembre dos carrinhos quando tiver que comprar algum presente para seus filhos ou sobrinhos.
No último final de semana, durante a centenária competição das 500 Milhas de Indianápolis, a equipe Hot Wheels quebrou o recorde de salto em distância em um carro de quatro rodas. O vídeo que mostra a façanha já foi visto mais de um milhão de vezes:
Em março, na Austrália, a marca também atraiu atenção ao realizar uma projeção de 3D mapping na fachada de um edifício. Nada de inovador comparando com o que vem aparecendo nos últimos meses, mas ainda assim enche os olhos e mostra mais uma vez o interesse da marca em atingir outros públicos com a sua comunicação.
Já na Colômbia, um outdoor bastante criativo conseguiu traduzir o conceito da marca de forma lúdica no mundo dos adultos. Veja aqui.
Intel lança aplicativo que cria um museu de sua vida (no Facebook)
por Superinteressante, em 01/06/2011 às 12h12
Por Ana Carolina Prado

Você já imaginou como seria ganhar uma exposição em sua homenagem num museu? A Intel lançou um aplicativo que permite descobrir isso com base em suas atividades no Facebook. O “Museum of Me” cria uma galeria virtual com tudo o que você faz na rede social. Caprichado, ele monta exposições em salas diferentes com temáticas específicas – tem uma para os seus amigos, as palavras que você mais usa, as fotos que você postou, as coisas que curtiu, os vídeos que apareceram no seu perfi
No fim, dá para publicar automaticamente um álbum no Facebook com imagens dessas exposições. O problema: para montar tudo isso, ele pede permissão para acessar muita informação sua e de seus amigos. Mas a parte boa é que esse não é um daqueles aplicativos sem noção que ficam postando spam no seu mural e no de seus amigos sem que você permita. Aí é só você decidir se vale a pena ou não.
Assista aos comerciais, ganhe descontos
por Victor Barbieri, em 31/05/2011 às 1h13
Por Victor Barbieri
Uma iniciativa do canal norte-americano The CW em parceria com os desenvolvedores do aplicativo Shopkick promete recompensar quem assiste aos comerciais de televisivão – e oferecer novas garantias de retorno aos anunciantes.
A partir da parceria com a CW, os telespectadores que acionarem o Shopkick nos seus smartphones no momento em que um determinado comercial se inicia ganham algum benefício oferecido pelo anunciante – normalmente, descontos em produtos. O objetivo é levar os consumidores às lojas físicas para que realizem compras, garantindo um retorno direto do investimento feito na publicidade.
Com uma mecânica semelhante, no mês passado a Pepsi ofereceu refrigerantes grátis aos telespectadores que identificassem um comercial da marca na televisão. Também por meio de um aplicativo para smartphone, chamado IntoNow, era possível abrir um cupom especial quando o aparelho identificasse o spot na televisão. Com o cupom, o telespectador ganhava uma garrafa do refrigerante.
Veja abaixo o vídeo em que a CW apresenta a novidade:
A necessidade de se reinventar
por Victor Barbieri, em 30/05/2011 às 5h15
Por Victor Barbieri
Todas as marcas voltadas ao público jovem enfrentam um grande desafio de tempos em tempos, quando seus consumidores crescem e elas devem se voltar a uma nova geração.
A MTV norte-americana tem apresentado bons resultados na sua eterna busca pelo público adolescente e jovem adulto. As grandes mudanças no direcionamento da grade da emissora costumam acontecer a cada cinco ou seis anos, para que ela possa ter sempre uma programação atraente ao público formado por jovens de 12 a 24 anos.
Nos últimos anos, atrações como Jersey Shore conseguiram a maior audiência da emissora em cinco anos. Real World, um reality show pioneiro entre esse público, conseguiu se reinventar no seu vigésimo ano, dando um novo gás a uma fórmula que parecia desgastada.
As apostas em séries de ficção e realities têm trazido o retorno esperado, pois seu conteúdo parece dialogar com o jovem e expressa aquilo que ele espera ver na televisão. De acordo com pesquisa realizada pela emissora, os jovens norte-americanos estão interessados nos ritos de passagem (como a mudança para o primeiro apartamento ou a busca por empregos) que são mais divertidos do que suas próprias vidas.
Nos próximos meses esse tipo de programação deverá ganhar ainda mais espaço, com a estreia do remake Teen Wolf, da repaginada no clássico desenho Beavis and Butt-Head (adaptado aos costumes da nova geração) e de spin-offs de Jersey Shore.
Stephen Friedman, presidente da emissora, tenta seguir à risca aquilo que a sua audiência espera: um canal que seja pioneiro e saiba correr riscos.
Para ler mais sobre o assunto, veja o artigo, em inglês, publicado pela Associated Press.












