Categoria ‘Pesquisas’
O certo e o errado da nova geração
por Victor Barbieri, em 13/06/2011 às 1h12
Por Victor Barbieri
Pesquisa realizada em 17 países revela como o senso de justiça dos jovens hoje mudou comparado com o de gerações anteriores. O universo digital em que vivem atualmente provoca neles uma outra noção do que é certo e errado. Eles não querem um ambiente com regras rígidas, mas sim um em que podem negociar.
Com isso, vemos algumas interessantes mudanças. Para as antigas gerações, por exemplo, roubar era se apropriar de qualquer coisa que não fosse sua. Para os jovens de hoje, o download ilegal de músicas não é roubo. Eles vão realizar esse download, mas, ao mesmo tempo, procurar outras formas de apoiar os artistas que eles gostam (seja comprando camisetas oficiais ou ingressos para os shows).
Para as pessoas mais velhas, usar a ideia de um terceiro sempre foi plágio. Atualmente, não é bem assim. Tudo o que foi criado pode ser remixado, mexido, refeito. A questão não é de onde você tirou uma ideia, mas para onde você vai levá-la.
Para saber mais sobre a pesquisa, que ainda analisa a motivação dos jovens em se conectar e buscar a verdade, visite nosso banco de pesquisas.
A dependência do mundo digital
por Victor Barbieri, em 09/06/2011 às 2h25
Por Victor Barbieri

Um estudo realizado com 500 universitários norte-americanos mostra a dependência digital que esses jovens alunos têm nos dias de hoje. Entre os entrevistados, 27% declararam que o item mais importante em suas mochilas é o notebook – contra 10% que responderam “livros” para a mesma pergunta.
A dependência chega a impressionar: 98% deles disseram possuir algum aparelho digital e 38% afirmaram não poder passar mais de 10 minutos sem checar um desses aparelhos. Pelas respostas, porém, não é um desperdício de tempo: 85% dos estudantes revelaram que a tecnologia faz com que economizem tempo durante os estudos.
Os estudantes também usam a tecnologia para atividades que antes envolviam lápis e papel, como trabalhos escritos (82%), pesquisas (81%), anotações durante a aula (70%) e apresentações (65%).
Saiba mais no nosso banco de pesquisas.
As vantagens da multitarefa
por Victor Barbieri, em 06/06/2011 às 4h45
Por Victor Barbieri

Uma das principais características da Geração Y sempre assustou os publicitários – a multitarefa. Afinal, como reter a atenção de um jovem que assiste a um programa na televisão ao mesmo tempo em que atualiza seu Facebook e fala ao telefone?
A novidade é que isso pode não ser necessariamente uma má notícia. De acordo com um estudo da consultoria Frank N. Magid Associates, aproximadamente 40% dos jovens enviam mensagens de texto ou e-mails para amigos sobre um programa na TV enquanto assistem; outros 30% postam comentários na página da atração no Facebook; já 25% usam o Twitter para esse mesmo fim.
O mesmo estudo mostra que um quarto dos jovens da Geração Y que acessaram a internet durante o SuperBowl deste ano buscaram por informações a respeito de patrocinadores e seus produtos.
A multitarefa permite que o jovem não apenas veja um conteúdo, mas o compartilhe e opine a respeito dele para os amigos, amplificando o alcance da mensagem. Algumas empresas já enxergam a oportunidade. Conforme falamos aqui no blog, a rede de TV norte-americana CW desenvolveu uma estratégia para que seus anunciantes tirem proveito dessa característica dos jovens.
Saiba mais sobre o estudo no nosso banco de pesquisas.
Disseminando conteúdo pela internet
por Victor Barbieri, em 02/06/2011 às 3h21
Por Victor Barbieri
Um estudo realizado pela Nielsen em parceria com a Aol revela a relação entre as escolhas de conteúdo dos usuários de internet e o uso de mídias sociais para compartilhá-las. De acordo com a pesquisa, as pessoas gastam 53% do seu tempo na internet vendo conteúdo, e mais 30% em plataformas que permitem a disseminação desse conteúdo (email e redes sociais).
Como resultado, 23% das mensagens nas redes sociais contêm link para conteúdo – artigos publicados, vídeos ou fotos que não sejam pessoais. No total, são 27 milhões por dia. E grande parte das mensagens cita nome de marca ou produto.
Apesar de 66% das pessoas ainda preferirem email para compartilhar conteúdo, das que usam redes sociais, 99% delas usam múltiplas plataformas para isso.
E como uma marca pode tirar proveito disso? Garantindo experiências para seus consumidores nesse ambiente e estando presente nos links que são intensamente compartilhados. Saiba mais na apresentação abaixo:
Educação sob medida
por Victor Barbieri, em 30/05/2011 às 2h46
Por Victor Barbieri
Uma parceria entre a Associated Press e a Viacom deu origem ao estudo “Young Adults’ Perspectives on American Education 2011”, que revela o que pensam os jovens americanos entre 18 e 24 anos sobre a educação que recebem atualmente.
De acordo com a maior parte dos 1.100 entrevistados, as escolas e universidades podem prepará-los para o mundo do trabalho, mas, ao mesmo tempo, sentem que essas instituições não estão se adaptando de maneira rápida o bastante para as suas necessidades, que estão sempre em constante mudança.
Dessa forma, cada vez mais e mais jovens estão procurando trilhar seu próprio caminho, que julgam ser o melhor para o seu futuro profissional, escolhendo a dedo faculdades e cursos complementares que mais lhe interessam, que, aliados a estágios, formam uma grade curricular única para cada estudante. Como resultado, eles estão demorando mais tempo para terminar os estudos.
Saiba mais sobre o estudo no nosso banco de pesquisas.
Aproveite para conferir, também, a sondagem exclusiva do NJovem sobre educação, realizada em 2009, clicando aqui.
O jovem e o mercado financeiro – Sondagem exclusiva
por NJovem, em 26/05/2011 às 1h53

A nova sondagem exclusiva do NJovem investiga pela segunda vez a relação dos jovens com o dinheiro, fazendo um comparativo com os resultados obtidos pelo estudo realizado em 2010.
A sondagem revela que a principal fonte de renda do jovem geralmente é o seu salário (para aqueles entre 19 e 24 anos) ou a mesada (15 a 18). Em ambos os casos, os homens ganham mais que as mulheres.
Apesar do jovem consumir bastante, quase metade deles possui algum tipo de investimento, principalmente poupança. Dos que ainda não possuem, 95% têm interesse em investir em breve. O maior interesse deles é a independência financeira, enquanto os mais velhos também desejam comprar uma casa própria e arcar com os gastos dos estudos.
Para a escolha de um banco, é determinante a quantidade de agências espalhadas pela cidade. Os mais novos também priorizam bancos em que seus pais também têm conta.
Mais de 1.300 jovens participaram desta sondagem. Veja abaixo os resultados completos ou clique no link para baixar. E no mês que vem, não perca a sondagem sobre redes sociais.
Leitura na adolescência traz mais benefícios para a carreira
por Victor Barbieri, em 24/05/2011 às 7h03
Por Victor Barbieri
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford comprovou que a leitura de livros na adolescência pode afetar significativamente a carreira profissional desses jovens.
Para chegar à conclusão, foram analisados mais de 17 mil questionários respondidos por pessoas nascidas em 1970, observando as atividades extra-curriculares praticadas por elas aos 16 anos e suas carreiras aos 33. Mulheres que liam livros aos 16 tinham 39% de chances de estar em um cargo gerencial aos 33 anos. Entre as que não liam, as chances eram de 25%. No caso dos homens, o percentual subiu de 48 para 58%.
Nenhuma outra atividade extra-curricular, como prática de esportes ou ida a cinemas e museus, teve a mesma influência nas carreiras das pessoas pesquisadas como a leitura.
Saiba mais sobre esse estudo no nosso banco de pesquisas.
Quão jovem você é?
por Victor Barbieri, em 23/05/2011 às 3h38
Por Victor Barbieri
Quanto mais você conhece o seu público, mais facilidade você tem de se comunicar efetivamente com ele. E uma das formas de conhecê-lo é vivenciar o mesmo que ele. Para identificar quão próximo o seu comportamento no dia a dia é parecido com o da geração Y (seja você pertencente a ela ou não), a Pew Research Center elaborou um quiz com 14 perguntas.
Ao fim do preenchimento do questionário é possível comparar as suas respostas com a de outros participantes e saber quais as perguntas foram determinantes para o resultado. Clique aqui para fazer o teste.
O desafio de ser cool
por Victor Barbieri, em 23/03/2011 às 11h40
Por Victor Barbieri
Um grande desafio para qualquer marca que fala com o público jovem hoje é ser “cool” – tornar-se um amigo como aquele que o jovem tem orgulho de levar para a balada, e não ser aquele pai que quer se aproximar a todo custo dos amigos do filho, tornando-se um tiozinho inconveniente.
Um estudo feito com 4.200 pessoas em 28 países mostra um pouco desse cenário. Cada um dos entrevistados tinha que dizer qual marca havia lhe dado a experiência mais “cool”. De 114 marcas globais citadas, apenas 20 delas representam 60% das respostas. A mais citada foi a Apple, resultado que não surpreende. Entre outras que apareceram, destacam-se Coca-Cola, Google e Facebook. Apesar de não ter sido focada exclusivamente nos jovens, fica claro que as mais citadas carregam o espírito jovem em todas as suas formas de comunicação.
E é claro que quem é cool consegue um “curtir” dos jovens mais facilmente. Pesquisa realizada pela Forrester Research mostra que apenas 6% dos adolescentes norte-americanos entre 12 e 17 anos querem ser amigos de uma marca no Facebook, enquanto 12% dos usuários entre 18 e 24 anos fazem o mesmo. Apesar de grande parte dos adolescentes não querer a presença dessas marcas nas redes sociais, ao mesmo tempo espera que a interação traga algum benefício a eles, e não seja apenas outra plataforma para a exibição de anúncios.
Considerando que quase 75% deles usam as redes sociais para falar sobre produtos e fazer recomendações aos amigos, e que as marcas mais “cool” do mundo são majoritariamente voltadas aos jovens, recomenda-se sempre a busca pelo equilíbrio na presença nas redes sociais. Oferecer benefícios e esperar que o jovem venha até a sua marca – e não o contrário – parecem ser o caminho mais certo.
Veja mais sobre a pesquisa no relatório abaixo:
TV social
por Paulo Gouvea, em 18/03/2011 às 12h08
Por Victor Barbieri
Os jovens descobriram uma nova forma de assistir televisão. Enquanto gerações anteriores gostavam de reunir os amigos em frente à TV, nos últimos anos tornou-se comum cada um ver seus programas preferidos em suas casas, mas conectados para discuti-los simultaneamente.
Uma pesquisa britânica revelou que 80% dos usuários de internet móvel abaixo de 25 anos usam Twitter, Facebook ou outro aplicativo móvel para comentar os programas que estão assistindo ou para conversar com os amigos por meio de mensagens instantâneas.
Um fenômeno que pode acalmar alguns executivos de televisão que já tiveram medo de perder audiência jovem para as redes sociais. Afinal, 32% dos entrevistados afirmaram que essa tendência tornou o ato de ver televisão mais divertido.
A atividade pode até trazer mais audiência para os canais: quem vê em seu Twitter comentários sobre um determinado programa, todo dia ou semana, pode ter vontade de acompanhar a transmissão para não ficar por fora dos assuntos mais comentados – o que sabemos que os jovens detestam.
Não é à toa que os tuiteiros brasileiros já se acostumaram a ver suas timelines repletas de comentários sobre quem sai e quem fica no BBB todas as noites de eliminação, enquanto expressões relacionadas ao programa rapidamente chegam aos trending topics.











