Como são os jovens adultos quando se trata de privacidade? Realizadores: pesquisadores Chris Jay Hoofnagle (University of California, Berkeley – School of Law, Berkeley Center for Law & Technology), Jennifer King (UC Berkeley School of Information; Berkeley Center for Law & Technology), Su Li (University of California, Berkeley- School of Law, Center for the Study of Law and Society) e Joseph Turow (University of Pennsylvania – Annenberg School for Communication) Local de realização: Estados Unidos
Publicado em: 2010 Resumo: Muitas reportagens mostram a exposição dos jovens nas redes sociais, divulgando histórias e aventuras que podem até perseguí-los no futuro. Estas histórias são interpretadas como uma mudança de geração em relação a privacidade das informações. Este relatório observou como os jovens adultos lidam com a privacidade e é um dos primeiros estudos quantitativos da avaliação de atitudes desses jovens. O estudo questiona quão diferentes são os jovens adultos dos adultos mais velhos quando se trata de privacidade e conclui que os jovens adultos americanos procuram maior privacidade, mesmo quando participam ativamente de redes sociais.
Jovens sentem mais raiva que adultos Realizadores: Scott Schieman (Universidade de Toronto)
Local de realização: Estados Unidos Ano: 2010 Resumo: Uma pesquisa com 1800 pessoas nos EUA, a ser divulgada esse ano, concluiu que pessoas abaixo dos 30 anos sentem raiva com mais frequência que adultos. Segundo os pesquisadores – o autor principal está agora na Universidade de Toronto, Canadá – os jovens sentem com mais intensidade a ação de três fatores ligados a esse tipo de emoção: pressões relacionadas a tempo, falta de dinheiro e conflitos no trabalho. Esse último é um fator especialmente forte para mulheres.
Jovens querem estar mais informados Realizadores: McKinsey Local de realização: Reino Unido Ano: 2010 Resumo: Relatório da McKinsey mostra que a pessoa média tem consumido mais doses diárias de notícia: 72 minutos, comparado com apenas 60 minutos em 2006. O estudo revela ainda que o aumento foi impulsionado quase que inteiramente por pessoas com menos de 35 anos. Dois quintos das pessoas nessa faixa etária disseram que sentiram a necessidade de ser o primeiro a ouvir a notícia, em comparação com apenas 10 por cento das pessoas entre 55 e 64 anos. A mídia impressa continua a ser a mais confiável, com 66% dos entrevistados – que descreve o papel como “informativo e inspirar confiança”, seguida da televisão (44%) e da internet (12%).
Os jovens e a atualização de seus perfis nas redes sociais Realizadores:Retrevo Local de realização: Internacional Ano: 2010 Resumo: Pesquisa “Gadgetology Report”, do site Retrevo, revela que 48% dos usuários de mídia social verificam seus perfis no Facebook e Twitter depois de dormir. Usuários com menos de 25 anos eram mais propensos a atualizar seu status em redes sociais nesse período: quase um quinto deles dizem que fazem isso a qualquer momento que acordam durante a noite.
As meninas teens como consumidoras e comunicadoras Realizadores: Euro RSCG Local de realização: EUA Ano: 2009 Resumo: Estudo aponta que 78% das adolescentes usam meios de comunicação social para manter contato com amigos, enquanto 3/4 afirmam estar em “contato permanente” com seus amigos através de mensagens de texto, Facebook, iChat, AIM e outros serviços de mídia social. A pesquisa avalia ainda que as irmãs – e não as mídias sociais – é que vendem. Quando elas compram com sua melhor amiga ou irmã, a menina adolescente gasta 23% a mais que quando fazem compras com dois ou mais amigos. E mais: as meninas teen compartilham seus hábitos de compras online da maneira que sempre fizeram – apenas com suas irmãs e amigas mais próximos e, mesmo assim, não online. Cerca de 80% das garotas informam suas amigas pelo tradicional boca-a-boca, geralmente por telefone ou mensagem de texto.
O uso de blogs entre adolescentes e adultos Realizadores:Pew Internet Project Local de realização: Internacional Ano: 2010 Resumo: Duas pesquisas do Pew Internet Project com adolescentes e adultos revelam um declínio do uso de blogs entre os adolescentes e jovens adultos e um aumento modesto entre os adultos 30 e mais velhos. Em 2006, 28% dos jovens (de 12 a 17 anos) e jovens adultos (de 18 a 29 anos) blogavam, mas até 2009 esse número tinha caído para 14% entre os adolescentes e 15% entre os adultos jovens. Durante o mesmo período, o percentual de adultos com mais de 30 anos que eram blogueiros subiu de 7% em 2006 para 11% em 2009.
Perfil do jovem consumidor brasileiro(Folha Online) Realizadores:Data Popular Local de realização: Brasil Ano: 2010
Resumo: Os jovens procuram investir em eduação para conseguirem manter um certo padrão de consumo. Prova disso é o aumento no nº de inscritos no ensino superior: 19% em 2009 contra 11% em 2002.São consumidores que compram marcas originais e muitos estão comprando o primeiro carro. Outro dado da pesquisa é o crescimento da representatividade de jovens das classes C, D e E no consumo do país.
Youth Mobile Usage 2010
Realizadores:mobileYouth Local de realização: Internacional Ano: 2010
Resumo: Um estudo que mapeou as 5 maiores economias da juventude global. São elas: Estados Unidos, Brasil, Índia, China e Japão. Jovens entre 5 e 29 anos participaram da pesquisa – há também um recorte específico de adolescentes entre 14 e 18 anos e de 19 a 24 anos.
Veja o slide show abaixo. Se não conseguir visualizar, clique aqui.
O que os jovens fazem na web Realizadores:Dotz Local de realização: Brasil
Ano: 2010
Resumo: A Escola Superior de Propaganda e Marketing em parceria com a empresa Dotz realizaram um estudo para entender o comportamento dos jovens no ambiente digital. A pesquisa entrevistou 420 jovens entre 16 e 24 anos e descobriu que 80% deles costumam ficar online pelo menos 2 horas por dia e 73% utilizam mensagens instantâneas – número maior que o de países como EUA e Inglaterra.
Dados brasileiros sobre redes sociais Realizadores:Agência Click Local de realização: Brasil Ano: 2010
Resumo: Números importantes sobre o uso e público de redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter no Brasil
Veja o vídeo abaixo. Se não conseguir visualizar, clique aqui.