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As consequências do bullying ao longo da vida
por Victor Barbieri, em 10/02/2012 às 2h00
Já falamos sobre bullying e cyberbullying diversas outras vezes no NJovem. O infográfico abaixo, porém, mostra, além de interessantes dados sobre esse comportamento, as consequências que ele traz para a vida dos jovens – tanto para as vítimas quando para os que praticam a agressão, que podem se tornar adultos agressivos.
O bullying em números
por Victor Barbieri, em 26/01/2012 às 12h44
No último ano, o bullying passou a chamar ainda mais atenção de educadores, imprensa e autoridades, após casos extremos desse tipo de violência psicológica (e até mesmo física) terem sido registrados entre diversos jovens.
Para ajudar a entender e divulgar o problema, a University of Southern California produziu o infográfico abaixo, compilando diversas pesquisas já realizadas sobre o tema. Ele mostra que uma em cada quatro crianças são vítimas de bullying todos os meses nos Estados Unidos. Entre os estudantes homossexuais, o problema é ainda mais grave: nove em cada dez. Na maior parte dos casos, as vítimas foram insultadas verbalmente (21% dos casos). Apesar das graves consequências de tal comportamento, apenas 81% dos casos de bullying são reportados aos adultos.
Veja mais abaixo. E leia também o que já publicamos sobre bullying e cyberbullying.
Quando as redes sociais se tornam perigosas
por Victor Barbieri, em 15/12/2011 às 10h58
Já publicamos no nosso Banco de Pesquisas um estudo sobre o cyberbulling. Agora, o site Zone Alarm faz um infográfico com os principais resultados para mostrar o mundo cruel das redes sociais entre os adolescentes.
Entre as informações mais interessantes e que revelam hábitos ruins na rede, 44% dos jovens usuários admitem já ter mentido a idade para entrar em algum site e 30% já passaram suas senhas para algum amigo. E 88% revelam ter visto atos de crueldade e bullying nas redes sociais.
Não foi à toa que o Facebook anunciou nesta semana a criação de uma ferramenta “anti-suicídio”. Ao ver um post de algum usuário que demonstre intenções de se matar, é possível acionar uma denúncia. O usuário recebe, por email, um número de telefone da National Suicidal Prevention Lifeline e um link para um chat exclusivo, com pessoas prontas para conversar com ele e fazê-lo mudar de ideia.
Como os jovens reagem ao cyberbullying
por Victor Barbieri, em 10/11/2011 às 12h08
Uma nova pesquisa revela como os adolescentes se comportam nas redes sociais, incluindo sua relação com o cyberbullying. O estudo, realizado com 800 jovens entre 12 e 17 anos, mostra que para eles é comum testemunhar comportamento cruel nas redes – 88% afirmam já ter visto alguém sofrendo algum tipo de cyberbullying. E 15% confessam ter sido o alvo de tal comportamento.
Quanto à reação ao bullying online, 95% dos que testemunharam essas ações dizem que a vítima preferiu ignorar os comentários e não ter qualquer tipo de reação. Porém, 84% afirmam ter visto outras pessoas interferirem a favor da vítima.
Para conhecer outros resultados, confira a nosso Banco de Pesquisas.
Os adolescentes e o cyberbullying
por NJovem, em 09/11/2011 às 11h49
Realizador: Pew Research Center
Local de realização: Estados Unidos
Público-alvo: 799 jovens entre 12 e 17 anos
Resumo: A pesquisa que faz parte do Pew Research Center’s Internet & American Life Project mostra como é a experiência dos adolescentes com o compartilhamento de informações pessoais e cyberbullying nas redes sociais. Entre os entrevistados, 93% têm uma conta no Facebook e 62% deles usam um perfil privado, com restrições nas informações disponíveis a qualquer pessoa. Mais de 80% dos que usam redes sociais afirmaram já ter visto alguém sendo cruel com outro usuário nesses sites e 41% reportam ter tido experiências online negativas.
Porém, 65% afirmam ter tido uma experiência online que fizesse com que se sentissem bem consigo mesmos e 58% admitem que um site fez com que se sentissem mais próximos a outra pessoa. O estudo também revela que 86% dos adolescentes dizem ter recebido conselhos dos pais sobre comportamento seguro na internet, e que 55% não postam conteúdo que pode prejudicar sua imagem no futuro. Por fim, 22% revelam ter tido uma experiência nas redes sociais que acabou com uma amizade.
Veja a pesquisa completa aqui.










