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Um retrato da Geração Y
por Victor Barbieri, em 20/12/2011 às 9h55
A Geração Y (também chamada de Millennial) representa hoje 50 milhões de jovens que possuem entre 18 e 29 anos apenas nos Estados Unidos – no Brasil, são cerca de 20 milhões. O infográfico abaixo, baseado em uma série de pesquisas realizadas com jovens norte-americanos, traz o perfil detalhado dessa geração. Você sabia que 40% deles têm uma tatuagem? E que apenas um em cada cinco são casados? Ainda há informações interessantes a respeito do mercado de trabalho: 60% deles já mudaram de carreira pelo menos uma vez e 60% também afirmam não ganhar dinheiro suficiente nos seus trabalhos atuais.
Quão jovem você é?
por Victor Barbieri, em 23/05/2011 às 3h38
Por Victor Barbieri
Quanto mais você conhece o seu público, mais facilidade você tem de se comunicar efetivamente com ele. E uma das formas de conhecê-lo é vivenciar o mesmo que ele. Para identificar quão próximo o seu comportamento no dia a dia é parecido com o da geração Y (seja você pertencente a ela ou não), a Pew Research Center elaborou um quiz com 14 perguntas.
Ao fim do preenchimento do questionário é possível comparar as suas respostas com a de outros participantes e saber quais as perguntas foram determinantes para o resultado. Clique aqui para fazer o teste.
O perfil da Geração Y no Brasil
por NJovem, em 25/04/2011 às 10h19
Realizador: TNS Research International
Local de realização: Brasil
Público-alvo: 1.500 jovens nascidos entre 1980 e 1990
Resumo: O estudo mostra que 43% desses jovens pertencem à classe C. Eles são aficcionados por internet e TV e gastam em média R$ 49,00 por semana. O dinheiro provém dos pais em 76% dos casos. Outro número interessante é que os jovens da geração Z (nascidos entre 1990 e 2000) preferem fazer programas com a família do que por conta própria. 84% dos entrevistados nessa faixa etária preferem estar com seus familiares na hora do lazer. A pesquisa traz também hábitos de mídia, mudança de comportamento em relação à tolerância e preconceito, números referentes à redes sociais e telefonia móvel.
Confira mais números e análises sobre essa pesquisa nos links abaixo:
A Geração Y e o trabalho
por Victor Barbieri, em 01/04/2011 às 11h54
Por Victor Barbieri
Algumas das características que hoje associamos à Geração Y – dinamismo e impaciência sendo algumas delas – são muitas vezes mais características da faixa etária do que geracionais. Pessoas de outras gerações também demonstraram certos comportamentos quando tinham vinte e poucos anos que hoje são relacionados à Geração Y. O que faz dessa geração tão especial, porém, são as ferramentas que ela tem a sua disposição e que domina tão bem.
Hoje, um jovem pode facilmente colocar em prática uma ideia a partir do computador do seu quarto. Com isso, vemos mais jovens como presidentes de empresas – obviamente a maior parte delas com alguma relação com a internet. E eles estão levando para suas empresas um novo jeito de liderar, além de novos valores e culturas organizacionais. Qualquer um que já tenha visto os escritórios de empresas como Facebook e Google sabe do que estamos falando.
O desafio para profissionais da Geração X ou Baby Boomers que trabalham nesses locais é mudar seu estilo de trabalho (ou até adaptar os seus valores) para ter mais sucesso em um lugar comandado por jovens.
Com tantas mudanças na sociedade de consumo e nos perfis dos trabalhadores, empresas mais tradicionais veem também uma necessidade de mudança. Somente com muita ingenuidade uma companhia poderia achar que o perfil de seus líderes se manteria o mesmo das últimas décadas.
A predominância da Geração Y na sociedade fica cada vez mais clara, em um momento em que outras gerações têm que se adaptar ao seu modo de enxergar a vida – incluindo a profissional.
Leia mais sobre o envolvimento da Geração Y, as marcas e o mercado de trabalho no nosso banco de pesquisas.
Mais interatividade, menos sono
por Victor Barbieri, em 29/03/2011 às 12h29
Os adolescentes precisam de mais horas de sono do que o resto da população, e muitos deles usam isso como desculpa para acordar mais tarde e chegar às escolas e faculdades com cara de quem ainda não se levantou da cama. Porém, outros motivos podem estar por trás do cansaço que os jovens sentem diariamente.
Estudo da National Sleep Foundation mostra que a tecnologia pode estar contribuindo para um sono ruim. De acordo com a pesquisa, há uma relação entre a exposição a telas emissoras de luz e a sensação de falta de sono. O uso de equipamentos com essas telas uma hora antes de dormir suprime o hormônio melatonina, que induz o sono, deixando a pessoa mais alerta.
Antes esse papel era da televisão, mas agora os jovens da Geração Y passaram a usar com cada vez mais frequência celulares, notebooks e videogames. Quase 50% deles navegam na internet pelo computador na hora anterior a ir para cama, e 42% dizem receber, ler ou enviar mensagens de texto pelo celular nesse mesmo período – apenas 15% dos integrantes da Geração X e apenas 5% dos Baby Boomers fazem o mesmo.
Mais surpreendente, um em cada cinco jovens acordam com frequência durante a noite por causa de um telefonema, mensagem de texto ou email recebido no celular.
Outra pesquisa mostra que quanto mais amigos o jovem adiciona no Facebook, mais estresse ele vai sentir. 63% dos respondentes disseram que demorar a responder uma solicitação de amizade causa culpa ou desconforto – 32% disseram sentir o mesmo ao rejeitar uma solicitação de amizade.
O estresse na rede social surge também: pela ansiedade em se manter atualizado; por ter que agir de forma diferente para diferentes tipos de amigos; por sentir inveja com relação ao estilo de vida dos outros e pela pressão para publicar textos, vídeos ou fotos relevantes.
É claro que esse estresse todo da vida online, somado ao da offline, não ajuda a ter sonos mais tranquilos.
As gerações na internet
por Victor Barbieri, em 28/03/2011 às 11h49
Por Victor Barbieri
Um conjunto de gráficos baseado em pesquisas realizadas pela Pew Internet nos traz uma visão muito clara de como as diferentes gerações usam a web. Não surpreende que 95% dos jovens e jovens adultos entre 18 e 33 anos estejam online, porcentagem que cai conforme analisamos as gerações mais velhas.
Ainda há 21% da população adulta que não usa a internet, sendo que 31% deles afirmam que simplesmente não têm interesse. Claramente compõem gerações mais antigas, que cresceram sem a internet e que não veem porque devem mudar seus hábitos depois de tantos anos.
Vale também ressaltar que os 3 principais motivos para uso da internet são iguais para todas as gerações: email, buscas em geral e informações sobre saúde. Todos os públicos também são parecidos ao marcar pouca presença na internet para escrever blogs e participar de mundos virtuais. Já a Geração Y se destaca pelo uso das redes sociais (SNS).
Veja no infográfico abaixo alguns outros dados dessa pesquisa:
Fonte: Site Jabber
Entrevista com o jovem empreendedor Daniel Aguiar
por Victor Barbieri, em 21/03/2011 às 11h29
Por Victor Barbieri
Para muitos jovens, a ideia de acordar todos os dias para trabalhar para outras pessoas parece um conceito ultrapassado, e a possibilidade de ter um negócio próprio soa cada vez mais atrativa. E a internet tem sido um meio para muitos deles iniciar um novo negócio, uma vez que permite um começo sem grandes investimentos em estruturas físicas e auxilia em uma rápida disseminação.
Não é à toa que uma recente pesquisa norte-americana com 1.623 integrantes da geração Y descobriu que 79% deles têm interesse em empreendedorismo, e cerca de 20% já são donos de seus próprios negócios.
No Brasil, não é diferente. Temos visto muitas novas ideias surgirem da cabeça de recém-formados, que usam a internet como plataforma de lançamento. O NJovem conversou com Daniel Aguiar, dono da Cupcakeria, para que falasse um pouco sobre o seu negócio, empreendedorismo e a estratégia de uso das redes sociais adotada pela empresa.
A loja de cupcakes foi inaugurada em agosto de 2009, operando inicialmente online, e hoje conta com uma produção diária de quase 700 cupcakes, para abastecer pedidos online, um quiosque na praça de alimentação de um movimentado shopping de São Paulo e uma recém-inaugurada loja na mesma cidade.
NJovem: De onde surgiu a ideia da Cupcakeria?
Daniel Aguiar: Tudo começou quando comecei a testar receitas de muffins, cupcakes e cookies para levar aos amigos e familiares. A ideia de “profissionalização” foi amadurecendo, pesquisei o mercado de baked goods e a Cupcakeria surgiu, ocupando inicialmente um imóvel em frente à minha casa, destinado à produção e administração.
Por que iniciar um negócio próprio ao fim da faculdade? Foi o primeiro que você abriu?
Era um objetivo. Mas como quis começar um negócio que fosse do meu jeito, aproveitei os anos de faculdade para fazer pesquisas, testes, conhecer produtos, cozinhar muito e chegar nas receitas que utilizamos atualmente.
Sempre tive vontade de ter um negócio próprio, mas preferi esperar o momento em que pudesse fazer dentro das ideias em que acredito.
Quais os segredos para jovens empreendedores terem sucesso?
Informação e força de vontade. Informação porque você precisa saber absolutamente tudo sobre o seu negócio. No meu caso, li todos os livros de confeitaria, principalmente os norte-americanos. Não apenas livros de receita, mas também aqueles que me permitiram ampliar meus conhecimentos sobre o assunto em si – desde o livro de Gilberto Freyre sobre açúcar até as deliciosas revoluções de Ferran Adriá no El Bulli. Testei todas as variantes de receita e todos os ingredientes possíveis.
E força de vontade porque quem quiser ter um negócio próprio tem que, no início, saber que vai enfrentar mais tempestades do que calmarias. É um longo e tortuoso caminho que pode durar anos, mas a recompensa final é bastante positiva.
Por que a Cupcakeria começou inicialmente online?
Principalmente por ser um universo com o qual estou habituado a lidar, onde as pessoas procuram e aceitam melhor novas propostas de negócio e produto. Em segundo lugar, porque tinha que lidar com as limitações comuns de um negócio em início: estruturais, físicas e financeiras. Mas ao mesmo tempo queria oferecer produtos e serviços diferenciados. Pedir cupcakes online e recebê-los em casa soava como algo novo naquele momento.
Já estava planejada a ideia de abrir lojas próprias?
Sim. E na verdade a loja online também serviu como um termômetro para sentirmos a aceitação da ideia e, assim, partimos para a expansão com lojas físicas.
Como a Cupcakeria usa hoje as redes sociais?
Como a Cupcakeria começou online, temos um relacionamento muito intenso nas redes sociais. No Flickr colocamos as fotos de todos os sabores e descrições dos produtos. No Twitter e Facebook divulgamos os sabores que serão vendidos no dia, promoções, sorteios, concursos culturais e novidades.
E o nosso cliente já se acostumou com isso. Ele consulta as redes sociais antes de ir a nossas lojas, faz sugestões, reclamações e acaba se tornando um colaborador também.
Quais são os planos futuros com relação às redes sociais?
Não queremos fazer mais do mesmo. Estamos com algumas ideias para o Twitter e Facebook, além de querer investir mais em fotos e geolocalização. Vemos muitas pessoas e empresas utilizando as redes de forma massiva – às vezes invasiva – e queremos atuar de maneira diferente.
A volta dos anos 90
por Victor Barbieri, em 17/03/2011 às 12h47
Por Victor Barbieri
Os recentes shows com ingressos esgotados dos Backstreet Boys no Brasil foram um indicativo de como a Geração Y está revivendo a sua infância e início da adolescência. Agora que já se passaram mais de dez anos desde o fim da década de 90, é possível olhar com mais clareza para o passado e trazer de volta ícones, celebridades, roupas, programas de televisão e o que mais que tenha marcado os anos dourados dessa geração.
Na televisão, seja na forma de remakes ou reprises, canais de televisão estão apostando na audiência de vinte-e-poucos-anos com uma programação retro. A MTV norte-americana anunciou a volta do desenho Beavis and Butt-Head, que dividirá a grade da emissora com Jersey Shore e outras atrações direcionada aos adolescentes de hoje. Já o Nickelodeon, canal que nos anos 90 era conhecido por suas animações e séries de grande originalidade, criou o bloco The ’90s Are All That, com séries como Rugrats (ou Os Anjinhos), Kenan & Kell e Clarissa. Segundo executivos da emissora, a ideia surgiu ao perceberem, por meio das redes sociais, o grande interesse na programação dos primeiros anos do canal.
Na música, J. Lo volta aos holofotes, as Spice Girls cogitam o lançamento de um novo álbum e um musical, e Britney Spears, que encerrou a década de 90 em grande estilo, para o mundo ao lançar seu novo clipe.
Tem até site dedicado aos anos 90 – todo escrito em Times e que nada deixa a desejar aos sites amadores da época, toscamente produzidos em FrontPage.
A influência dos jovens
por Victor Barbieri, em 15/03/2011 às 11h30
Por Victor Barbieri
Os jovens que compõem a Geração Y são cada vez mais influenciadores da cultura mundial. Como cresceram e evoluíram com os mais recentes (e impressionantes) avanços da tecnologia, possuem um grande poder digital, podendo estabelecer tendências e experimentar novidades, compartilhando-as com amigos e família de gerações diferentes.
Derrubando barreiras e usando as ferramentas à sua disposição para opinar, conseguem ser ouvidos pelos outros – que não apenas são influenciados, mas adotam os meios anteriormente desbravados pelos jovens. Se antes postar vídeos no YouTube era uma atividade adolescente, hoje pessoas mais velhas usam o site para reclamar do atendimento de empresas de eletrodomésticos (como neste vídeo).
Por isso mesmo e pelo fato de agora toda essa turma estar chegando à maioridade (em 2011, o mais jovem da Geração Y completa 16 anos), as empresas não devem desviar seus olhos deles. É o que explica Alex Abraham, da consultoria Edelman Digital. Não importa se o target da sua empresa é formado donas de casa ou idosos – o comportamento e a cultura de todos estão sofrendo influência desses jovens.
É essencial saber o que eles ouvem, o que eles veem. Como Carol Phillips, consultora especializada nesse público aponta, a Chrysler escolheu de forma acertiva o rapper Eminem para estrelar o seu bem-sucedido comercial do SuperBowl não apenas pelas conexões dele com a cidade de Detroit – um dos conceitos da nova campanha da montadora. Foi escolhido o personagem certo, ídolo dos jovens que acompanharam os altos e baixos de sua carreira desde o início – mas para vender carros que serão comprados muito provavelmente por seus pais.
Os adolescentes de hoje em 2020
por NJovem, em 01/10/2010 às 4h25
Realizadores: Creafutur (Fundação privada espanhola)
Ano: 2010
Resumo: Uma recente pesquisa veiculada no WGSN Business Resource aponta que os adolescentes de hoje continuarão sendo “adolescentes” até os 35 anos de idade. Um dos fatores para que isso aconteça é o aumento do custo de vida para morar sozinho.
O report cita as seguintes tendência com relação à hábitos de consumo:
- Adolescentes continuarão a influenciar as decisões de compra das categorias de comida, roupas e higiene pessoal.
- Os jovens hoje gastam seu dinheiro principalmente em roupas (€26 por mês), comida (€24 por mês), e tecnologia (€20 por mês). Jovens adultos de países industrializados continuarão preferindo roupas e tecnologia em 2020.
- Jovens de países emergentes preferirão gastar em transporte, propriedade, saúde e educação.
- Hoje os adolescentes preferem produtos de marca: 75% dos consumidores chineses, 69% dos brasileiros e 61% dos mexicanos disseram que sempre compram produtos de marcas conhecidas.
- Jovens adultos em 2020 focarão mais no preço do que no nome da marca. Entretanto, os jovens em mercados emergentes como Mexico e Brasil continuarão tendo atitudes aspiracionais.
- Jovens em 2020 somente se sentirão responsáveis pelo meio ambiente quando se sentirem responsáveis em outras áreas de suas vidas. Todavia, o aumento nos custos de energia e água significarão que eles provavelmente precisarão mudar de atitude em relação ao consumo sustentável.
- Existe uma tendência de que os jovens adultos dividam o uso de alguns produtos, seja por corte de custos ou por questões de sustentabilidade.
- 76% dos adolescentes dizem que usarão a internet para comprar produtos e obter conselhos no futuro.
- A tendência é que em 2020 exista uma forma de pagamento por celular, complementar ao cartão de crédito, mais segura e menos propensa a clonagem e roubo de identidade.
- É esperado que a atual insegurança em compras online esteja sanada em 2020, resultando em um aumento no e-commerce.
Consumo de mídia:
Hoje em dia os adolescentes estão conectados em mídia como nunca antes, por meio de diversas plataformas, incluindo TV, Internet, Celulares e consoles de video. Essa relação tende a aumentar, com 50 bilhões de aparelhos multi-uso interconectados no mundo todo.
- A demanda para aparelhos multifuncionais, como o Ipad, vai crescer ainda mais no futuro. Os proprietários de Iphone utilizam os seus aparelhores por 20 minutos a mais do que os que possuem outros aparelhos.
- 50 bilhões de aparelhos interconectados ao redor do mundo permitirão aos jovens consumidores ter total mobilidade e conectividade.
- Estar apto a fazer várias tarefas ao mesmo tempo será essencial para o profissional em 2020.
- A imprensa digital vai ganhar mais e mais seguidores gradualmente, conforme as pessoas precisarem de informações em tempo real e tiverem mais acesso a isso.
- O fenômeno de desenvolver a habilidade de acessar diversas mídias por meio de um aparelho em um clique vai evoluir. Mas alguns hábitos sobreviverão em 2020, jovens ainda ouvirão rádio em seus carros, assistirão televisão enquanto descansam no sofá e lerão o jornal enquanto relaxam no jardim.
- Os jovens ainda preferem a qualidade oferecida pela tela da TV ao invés dos computadores ou celulares, mas a demanda por conteúdo personalizado pode mudar esse quadro.
- Está se tornando evidente a demanda por conteúdo programado que pode ser visto em diferentes mídias e aonde e quando quisermos.
- É essencial para o futuro desenvolver uma mídia versário, simples, intuitiva e barata que permitirá jovens adultos a customizar o conteúdo de acordo com seus interesses e necessidades.
Conexões:
Conforme os jovens se tornam mais dependentes da internet, o tempo que eles passam online está aumentando. Atualmente, a diversão dos adolescentes é principalmente tecnológico – eles vivem imersos em novas tecnologias que oferecem novas formas de socialização.
- 68% dos adolescentes no mundo são usuários de redes sociais, e utilizam a internet para acessar música, notícias, vídeos, jogos e informação para possíveis compras.
- Quando esses adolescentes ficarem mais velhos, passarão ainda mais tempo online, aumentando o consumo de energia em 50% e fazendo a eletricidade mais cara.
- Jovens vão gastar mais tempo socializando online para diminuir os custos de encontrar amigos.
- 83% vai usar a internet para se comunicar por e-mail, 81% para auxílio nos estudos, 75% para procurar notícias e 73% para procurar trabalho.
- Menos tempo será gasto utilizando serviços de mensagens instantâneas, canais de rádio e jogos na internet se comparados aos adolescentes de hoje.
















