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Construa um exército de influenciadores
por Victor Barbieri, em 21/12/2011 às 5h14
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Texto original por Patrick Evans
Muitas vezes os profissionais de marketing falam sobre tentar ganhar influenciadores ou, em outras palavras, influenciar aqueles que têm influência sobre muitas pessoas.
As empresas tentam fazer isso de diversas maneiras, como oferecer a consumidores supostamente influenciadores em uma grande audiência a possibilidade de fazer test drive de carros por alguns dias ou conseguir amostras grátis de seus produtos.
Essa prática é difundida especialmente entre quem quer ganhar a atenção e o bolso do consumidor da Geração Y. O problema é que esses jovens não necessariamente confiam nesses influenciadores: eles confiam nos seus amigos.
Uma recente pesquisa da Deloitte descobriu que 90% dos consumidores dessa geração pedem opiniões a seus amigos a respeito de marca e produtos e 80% dizem que seus amigos têm alguma influência na decisão de compra.
Os amigos dos jovens – e não blogs, sites com resenhas, usuários de mídias sociais ou estrelas do YouTube – têm uma grande influência. É por isso que os profissionais de marketing e publicitários, especialmente aqueles que trabalham em empresas com uma forte presença em redes sociais, precisam focar em ganhar cada uma das interações com os consumidores da Geração Y.
Claro, um usuário pode ter mais seguidores no Twitter ou amigos no Facebook, mas, baseado nos números, uma pessoa com muito menos fãs ou seguidores pode acabar tendo uma influência ainda maior em uma eventual compra.
Pelo fato de cada membro dessa geração ser um possível influenciador, você não pode passar a oportunidade de influenciar positivamente cada consumidor com o qual você faz contato.
Procure focar em ganhar interações menores e individuais para construir um exército de consumidores jovens autenticamente recomendando seu produto, ao invés de pagar pela atenção de alguns poucos influenciadores “famosos”.
Influenciadores da cultura pop
por Victor Barbieri, em 27/04/2011 às 12h28
Por Victor Barbieri
Anualmente, a revista norte-americana publica a sua conhecida, respeitada e repercutida lista das 100 pessoas mais influentes no mundo. Políticos, economistas e empresários são figuras carimbadas, que sempre figuram em todos os cantos da lista – este ano, a presidente Dilma foi um dos destaques.
O site Flavorwire, porém, separou alguns nomes da lista para mostrar quais são os ícones pop mais influentes de 2011. A relação é eclética, e convida a uma reflexão a respeito das figuras que os jovens têm hoje em evidência na mídia para que usem como referência.
Deixando de lado gostos pessoais, é notável e respeitável a aparição de ídolos teen como o cantor Justin Bieber e o ator Chris Colfer, um dos astros de Glee – jovens que devem aprender a lidar com tamanha exposição e saber a força que seus atos e palavras têm entre os adolescentes.
Blake Lively, atriz da série Gossip Girl também conquistou um lugar na lista, ao lado do músico Bruno Mars, dos atores Mark Wahlberg e do recém-oscarizado Colin Firth, além do estilista Tom Ford.
Entre os nomes relacionados a tecnologia e internet, não é necessário citar o óbvio Mark Zuckerberg, mas vale destacar o criador do jogo Angry Birds, Peter Vesterbacka, e o chefão dos estúdios Pixar, John Lasseter.
Veja a lista dos ícones da cultura pop mais influentes aqui e a lista completa da Time aqui.







