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Twitter #Fail?
por Sergio Gwercman, em 31/08/2011 às 12h26
Se você perguntasse há coisa de 2 ou 3 anos sobre a melhor coisa da internet eu responderia na lata: Twitter. Eu via ali a web em estado perfeito: quantidade absurda de informação, consumo rápido, proximidade de amigos e acesso móvel (para mim, Twitter sempre foi no iPhone). Era a rede social perfeita – substituía o email, os portais e até o sms.
Então o tempo passou. E hoje minha experiência com o Twitter é cada vez mais burocrática. Checo a Timeline duas vezes por dia em busca de informações relevantes. Posto pouco. Troquei as DMs pelo WhatsApp. Não falo com amigos. Crise na rede social? Não necessariamente. Porque hoje estou usando o Twitter exatamente como seus criadores o enxergam: não como uma rede social, mas como uma ferramenta capaz de reinventar a distribuição de notícias – na definição do fundador Biz Stone, o “Twitter não é uma rede social, mas uma rede de tempo real”.
A visão de Biz contraria boa parte do que é feito nas agências e empresas de comunicação, que incluem o Twitter ali ao lado do Facebook na sua “estratégia de redes sociais” – o que quer que isso signifique (e na maioria das vezes só significa espuma mesmo). Uma olhada rápida na minha Timeline mostra o quanto isso está errado. Nenhum dos últimos 5 perfis que eu comecei a seguir é de um amigo: o estatístico Nate Silver, o jornalista científico Carl Zimmer, Jerry Seinfeld, o blog Faria Lima, o comentarista israelense Shmuel Rosner. Com eles eu não travo diálogos. Não troco mensagens diretas. Não me divirto. Enxergo ali fontes relevantes de informação e nada mais.
O problema do Twitter é que tudo está saindo como planejado – mas o planejado não é tão legal assim. Redes sociais, com pessoas de verdade, são absurdamente mais engajadoras que distribuidores de notícias. As marcas que estão dominando o ambiente deixam ele mais frio e monótono. A maioria das pessoas que está lá fala pouco. E poucas pessoas falam muito. Assim o Twitter vai virando um grande silêncio onde o barulho é ensurdecedor. O clima que me fez achar o Twitter a melhor coisa da internet não existe mais.
O ponto é: o Twitter chegou onde sempre falou que queria estar. Os autores da profecia de que estávamos diante de uma rede social maravilhosa fomos nós. Mas eram eles que tinham razão.

Jovens e consumo de notícia
por NJovem, em 20/04/2010 às 2h03
Jovens querem estar mais informados
Realizadores: McKinsey
Local de realização: Reino Unido
Ano: 2010
Resumo: Relatório da McKinsey mostra que a pessoa média tem consumido mais doses diárias de notícia: 72 minutos, comparado com apenas 60 minutos em 2006. O estudo revela ainda que o aumento foi impulsionado quase que inteiramente por pessoas com menos de 35 anos. Dois quintos das pessoas nessa faixa etária disseram que sentiram a necessidade de ser o primeiro a ouvir a notícia, em comparação com apenas 10 por cento das pessoas entre 55 e 64 anos. A mídia impressa continua a ser a mais confiável, com 66% dos entrevistados – que descreve o papel como “informativo e inspirar confiança”, seguida da televisão (44%) e da internet (12%).
Leia mais aqui.
Como os jovens querem ler notícias na web
por admin, em 05/05/2009 às 5h48
Teens Know What They Want From Online News: Do You?
Realizadores: NAA Foundation
Local de realização: Estados Unidos
Ano: 2009
Resumo: Estudo da NAA Foundation revela como os sites de notícias podem conquistar os jovens de 13 a 18 anos na internet. A pesquisa mostra, inclusive, como as informações e os layouts devem ser apresentados para atrair a atenção dessa audiência.
Jovens e a segurança na internet
por admin, em 03/03/2009 às 6h35
Internet Safety Survey
Realizadores: Microsoft Canada e Youthography
País (es): Canadá
Ano: 2009
Resumo: Pesquisa feita com 1000 jovens canadenses revela como eles se relacionam com a internet. Grande parte deles usa a web para se comunicar com amigos e familiares, procurar informações para trabalhos escolares e jogar games – mas ao mesmo tempo, eles estão preocupados com a segurança: mais de 75% são cuidadosos quanto às informações pessoais que colocam na rede.
O uso da internet como ferramenta de pesquisa
por admin, em 25/01/2009 às 7h20
Information Behaviour of the Researcher of the Future
Realizadores: British Library, Joint Information Systems Committee, University College London
País (es): Reino Unido
Ano: 2008
Resumo: Revela que, embora os jovens britânicos demonstrem facilidade para pesquisar no computador, eles dependem muito de ferramentas de busca, vêem mais do que lêem e não possuem análise crítica para intepretar as informações que encontram na web.







