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Pais liberam acesso dos filhos a conteúdos não apropriados para suas idades

por Victor Barbieri, em 13/02/2012 às 1h11

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Uma nova pesquisa britânica mostra que pais britânicos de crianças e adolescentes já liberaram algumas vezes o acesso dos filhos a algum tipo de mídia não apropriada para suas idades – como filmes ou videogames.

O estudo ainda aponta que a maior parte desses pais diz saber quais filmes e programas de televisão são assistidos em casa, assim como quais sites são acessados.

Para saber mais, visite nosso banco de pesquisas.

Os adolescentes e o cyberbullying

por NJovem, em 09/11/2011 às 11h49

Realizador: Pew Research Center

Local de realização: Estados Unidos

Público-alvo: 799 jovens entre 12 e 17 anos

Resumo:  A pesquisa que faz parte do Pew Research Center’s Internet & American Life Project mostra como é a experiência dos adolescentes com o compartilhamento de informações pessoais e cyberbullying nas redes sociais. Entre os entrevistados, 93% têm uma conta no Facebook e 62% deles usam um perfil privado, com restrições nas informações disponíveis a qualquer pessoa. Mais de 80% dos que usam redes sociais afirmaram já ter visto alguém sendo cruel com outro usuário nesses sites e 41% reportam ter tido experiências online negativas.

Porém, 65% afirmam ter tido uma experiência online que fizesse com que se sentissem bem consigo mesmos e 58% admitem que um site fez com que se sentissem mais próximos a outra pessoa. O estudo também revela que 86% dos adolescentes dizem ter recebido conselhos dos pais sobre comportamento seguro na internet, e que 55% não postam conteúdo que pode prejudicar sua imagem no futuro. Por fim, 22% revelam ter tido uma experiência nas redes sociais que acabou com uma amizade.

 

Veja a pesquisa completa aqui.

O novo ambiente de trabalho

por NJovem, em 07/11/2011 às 9h01

Realizador: Cisco

Local de realização: Mundial

Público-alvo: 3.000 jovens de até 30 anos

Resumo:  A Cisco divulgou novos  resultados da edição 2011 do estudo Connected Technology World Report (para relembrar a primeira parte, veja aqui). Realizada em 14 países, com adolescentes e jovens adultos de até 30 anos, a pesquisa mostra como esse público se conecta à tecnologia. Nos novos dados apresentados, há uma ênfase maior na forma como os jovens lidam com a tecnologia no ambiente de trabalho. O salário perdeu um pouco da importância no momento da escolha de um novo emprego. No Brasil, 56% dos entrevistados consideram o valor recebido mensalmente como o fator mais importante para a tomada de decisão, mas a liberdade para uso de redes sociais ou de seus gadgets é mais importante do que salário para 26% deles.

Para 53% dos entrevistados brasileiros, o acesso às mídias sociais é tão importante que eles perguntariam sobre as políticas da empresa quanto a esse acesso na entrevista de emprego, já que esse seria um fator determinante para aceitar ou não o novo trabalho.

Veja o capítulo 2 do relatório aqui.

A internet como necessidade básica dos jovens

por NJovem, em 22/09/2011 às 4h46

Realizador: Cisco

Local de realização: Mundial

Público-alvo: 3.000 jovens de até 30 anos

Resumo:  A Cisco divulgou os resultados da edição 2011 do estudo Connected Technology World Report. Realizada em 14 países, com adolescentes e jovens adultos de até 30 anos, a pesquisa mostra como esse público se conecta à tecnologia. Entre os resultados: muitos dos entrevistados revelaram que seus celulares são a mais importante tecnologia nas suas vidas; 70% dos que trabalham se tornaram “amigos” dos seus chefes e colegas de trabalho no Facebook; dois em cada cinco estudantes não compraram um livro físico (exceto escolares) nos últimos dois anos; e, como era de se esperar, a maior parte dos participantes revelaram ter uma conta no Facebook e a checam pelo menos uma vez ao dia.

Entre os brasileiros, três em cada cinco entrevistados disseram que a internet passou a ser tão necessária quanto água, comida e moradia. Espantosamente, 72% dos universitários do país preferem navegar na internet a namorar, ouvir música ou até sair com os amigos. Entre os que trabalham, 75% afirmaram não conseguir viver sem internet.

Veja o capítulo 1 do relatório aqui.

Rehab para viciados em internet

por Victor Barbieri, em 05/09/2011 às 1h59

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O fácil acesso a internet, por meio de gadgets e com as redes wi-fi se espalhando pelas cidades, tem o seu lado positivo, que todos nós vemos em nossos cotidianos. Mas essa conectividade em tempo integral pode causar estresse e prejudicar o sono dos jovens, como já mostramos aqui. Para fazer uma “desintoxicação” dos viciados em internet, duas interessantes iniciativas marcaram este último verão europeu.

Na Suécia, a operadora de telefonia Telia disponibilizou um aplicativo para download que desabilita a internet dos computadores dos seus usuários por um determinado período enquanto estão em casa. Além disso, em diversos pontos do país, criou áreas onde sinais de internet foram bloqueados, chamadas de “internet-free zones”.

Outra iniciativa, desta vez nos Estados Unidos, é da rede de hoteis Marriott. Em Pittsburgh, até o fim do mês, um dos estabelecimentos da rede vai oferecer pacotes de fim de semana para consumidores que querem fugir da extrema conectividade. Eles devem entregar, no check-in, notebooks, celulares ou qualquer outro gadget que estejam carregando. Para completar, os quartos não possuem televisão nem telefones.

Como a internet está revolucionando a educação

por Victor Barbieri, em 04/07/2011 às 3h34

Por Victor Barbieri

A evolução da tecnologia tem permitido que mais pessoas tenham acesso à educação, e de formas mais variadas e abrangentes. O infográfico abaixo apresenta um compilado de informações a respeito do tema. Nos Estados Unidos, já são 25 mil cursos oferecidos online e 3 milhões de estudantes que usam exclusivamente ferramentas online para o aprendizado. Pelo menos metade de todos os alunos norte-americanos tem aulas online e metade desses tem mais de 26 anos – ou seja, a educação online abre as portas para pessoas mais velhas também.

Clique na imagem para ampliar.

How the Internet is Revolutionizing Education

60 segundos na internet

por Victor Barbieri, em 20/06/2011 às 5h04

Por Victor Barbieri

Muita coisa pode acontecer em um minuto, ainda mais quando consideramos a rede mundial de computadores. O site Adverblog fez um levantamento de tudo o que acontece em 60 segundos na internet. O resultado é surpreendente: mais de 60 novos blogs são criados, quase 700 mil atualizações de status são feitas no Facebook e quase 100 mil novos tweets são escritos.

Consumo de vídeo

por NJovem, em 20/06/2011 às 1h04

Realizador: Nielsen

Local de realização: Estados Unidos

Público-alvo: Norte-americanos de todas as faixas etárias

Resumo: Pesquisa mostra que o consumo de conteúdo de vídeo entre os norte-americanos está mais alto do que nunca. O tempo gasto em frente à televisão aumentou em 22 minutos por mês por pessoa. No caso de vídeos em dispositivos móveis, as horas de consumo aumentaram 100% desde 2009. Já o hábito de assistir a vídeos na internet é maior entre os mais jovens.

Confira mais detalhes clicando aqui.

O certo e o errado da nova geração

por Victor Barbieri, em 13/06/2011 às 1h12

Por Victor Barbieri

Pesquisa realizada em 17 países revela como o senso de justiça dos jovens hoje mudou comparado com o de gerações anteriores. O universo digital em que vivem atualmente provoca neles uma outra noção do que é certo e errado. Eles não querem um ambiente com regras rígidas, mas sim um em que podem negociar.

Com isso, vemos algumas interessantes mudanças. Para as antigas gerações, por exemplo, roubar era se apropriar de qualquer coisa que não fosse sua. Para os jovens de hoje, o download ilegal de músicas não é roubo. Eles vão realizar esse download, mas, ao mesmo tempo, procurar outras formas de apoiar os artistas que eles gostam (seja comprando camisetas oficiais ou ingressos para os shows).

Para as pessoas mais velhas, usar a ideia de um terceiro sempre foi plágio. Atualmente, não é bem assim. Tudo o que foi criado pode ser remixado, mexido, refeito. A questão não é de onde você tirou uma ideia, mas para onde você vai levá-la.

Para saber mais sobre a pesquisa, que ainda analisa a motivação dos jovens em se conectar e buscar a verdade, visite nosso banco de pesquisas.

Acesso à internet agora é direito humano básico

por Superinteressante, em 10/06/2011 às 5h30

Por Otavio Cohen

Se por acaso o seu acesso à internet for cortado, você já pode reclamar com a ONU. Um dos seus direitos estará sendo desrespeitado. É isso mesmo: navegar na rede agora é um direito humano básico assegurado pela Organização das Nações Unidas. Isso quer dizer que, além de ser tratado com respeito, de pedir informação, de mudar de opinião, de ir e vir, você também têm direito de acessar à internet.

O documento que oficializa a navegação na web como direito humano básico tem mais de 20 páginas e foi publicado pela ONU na semana passada (já faz um tempinho, mas não poderíamos deixar passar em branco, certo?). Nele, a organização enfatiza a importância da natureza “transformadora e única da internet”. De acordo com o texto (que você pode ver aqui, em inglês), o acesso à rede favorece o progresso da sociedade e permite que os usuários exercitem direito de opinião e expressão. Mas, na prática, o que muda?

Se você está lendo isso, pouca coisa muda na sua vida.. Mas lembre-se que tem muita gente por aí que enfrenta censura nacional e não pode entrar em qualquer site. Há alguns dias, dois terços do acesso à internet na Síria foi bloqueado sem aviso. O documento da ONU reage ao corte.  “A recente onda de protestos em países do Oriente Médio e África do Norte mostrou o papel-chave que a internet pode desempenhar em mobilizar a população para pedir por justiça, igualdade e mais respeito aos direitos humanos. Sendo assim, facilitar o acesso à internet para todos os indivíduos, com a menor restrição ao conteúdo online possível, deve ser prioridade”, ressalta o relatório.

Agora você pode estar imaginando “mas como é que ninguém pensou nisso antes?”. Na Estônia, uma lei com os mesmos preceitos existe desde 2000 (naquela época em que você ainda usava ICQ e a internet era discada). Na Finlândia, a Justiça garante uma navegação com velocidade mínima de 1 megabyte por segundo. Essa é a internet do futuro: rápida e livre. Mas não vale reclamar com a administração da empresa que bloqueia aqueles sites que não te deixam trabalhar.

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