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As tendências para 2012 de acordo com a JWT

por Victor Barbieri, em 08/12/2011 às 3h52

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A agência JWT traçou as 10 grandes tendências para 2012. Entre elas, podemos destacar as relacionadas ao universo jovem.

A chamada Generation Go representa os jovens de vinte e poucos anos que estão dispostos a deixar de lado os empregos convencionais para se dedicar aos negócios próprios. Surgem a partir do descontentamento com seus empregos atuais (ou o desemprego) e do acesso a uma tecnologia que permite uma facilidade maior na criação de novos negócios sem grandes investimentos iniciais.

Outra tendência de destaque é a de interatividade por meio de telas. Para jovens que estão crescendo com aparelhos touchscreen em suas mãos, o toque com os dedos em superfícies planas se tornará muito mais natural e passará a ser integrado a outros objetos do cotidiano – como, por exemplo, alguns restaurantes já fazem.

Confira abaixo todas as tendências.

A verdade sobre os jovens

por NJovem, em 13/06/2011 às 1h13

Realizador: McCann Worldgroup

Local de realização: Mundial

Público-alvo: 7000 jovens entre 16 e 30 anos

Resumo: Estudo realizado em 17 países investiga o que motiva os jovens nos dias de hoje em todo o mundo. Dinheiro? Fama? Justiça? Uma das maiores motivações para esse público é a necessidade de se conectar e se comunicar com os outros. Como consequência, a maior parte deles diz querer ser lembrada como uma pessoa que foi amada por outros, que cuidou da família e dos amigos e que mudou o mundo de uma maneira positiva. A pesquisa ainda mostra como o senso de certo e errado mudou de gerações passadas para a atual.

Confira mais detalhes clicando aqui.

O certo e o errado da nova geração

por Victor Barbieri, em 13/06/2011 às 1h12

Por Victor Barbieri

Pesquisa realizada em 17 países revela como o senso de justiça dos jovens hoje mudou comparado com o de gerações anteriores. O universo digital em que vivem atualmente provoca neles uma outra noção do que é certo e errado. Eles não querem um ambiente com regras rígidas, mas sim um em que podem negociar.

Com isso, vemos algumas interessantes mudanças. Para as antigas gerações, por exemplo, roubar era se apropriar de qualquer coisa que não fosse sua. Para os jovens de hoje, o download ilegal de músicas não é roubo. Eles vão realizar esse download, mas, ao mesmo tempo, procurar outras formas de apoiar os artistas que eles gostam (seja comprando camisetas oficiais ou ingressos para os shows).

Para as pessoas mais velhas, usar a ideia de um terceiro sempre foi plágio. Atualmente, não é bem assim. Tudo o que foi criado pode ser remixado, mexido, refeito. A questão não é de onde você tirou uma ideia, mas para onde você vai levá-la.

Para saber mais sobre a pesquisa, que ainda analisa a motivação dos jovens em se conectar e buscar a verdade, visite nosso banco de pesquisas.

A dependência do mundo digital

por Victor Barbieri, em 09/06/2011 às 2h25

Por Victor Barbieri

Um estudo realizado com 500 universitários norte-americanos mostra a dependência digital que esses jovens alunos têm nos dias de hoje. Entre os  entrevistados, 27% declararam que o item mais importante em suas mochilas é o notebook – contra 10% que responderam “livros” para a mesma pergunta.

A dependência chega a impressionar: 98% deles disseram possuir algum aparelho digital e 38% afirmaram não poder passar mais de 10 minutos sem checar um desses aparelhos. Pelas respostas, porém, não é um desperdício de tempo: 85% dos estudantes revelaram que a tecnologia faz com que economizem tempo durante os estudos.

Os estudantes também usam a tecnologia para atividades que antes envolviam lápis e papel, como trabalhos escritos (82%), pesquisas (81%), anotações durante a aula (70%) e apresentações (65%).

Saiba mais no nosso banco de pesquisas.

A necessidade de se reinventar

por Victor Barbieri, em 30/05/2011 às 5h15

Por Victor Barbieri

Todas as marcas voltadas ao público jovem enfrentam um grande desafio de tempos em tempos, quando seus consumidores crescem e elas devem se voltar a uma nova geração.

A MTV norte-americana tem apresentado bons resultados na sua eterna busca pelo público adolescente e jovem adulto. As grandes mudanças no direcionamento da grade da emissora costumam acontecer a cada cinco ou seis anos, para que ela possa ter sempre uma programação atraente ao público formado por jovens de 12 a 24 anos.

Nos últimos anos, atrações como Jersey Shore conseguiram a maior audiência da emissora em cinco anos. Real World, um reality show pioneiro entre esse público, conseguiu se reinventar no seu vigésimo ano, dando um novo gás a uma fórmula que parecia desgastada.

As apostas em séries de ficção e realities têm trazido o retorno esperado, pois seu conteúdo parece dialogar com o jovem e expressa aquilo que ele espera ver na televisão. De acordo com pesquisa realizada pela emissora, os jovens norte-americanos estão interessados nos ritos de passagem (como a mudança para o primeiro apartamento ou a busca por empregos) que são mais divertidos do que suas próprias vidas.

Nos próximos meses esse tipo de programação deverá ganhar ainda mais espaço, com a estreia do remake Teen Wolf, da repaginada no clássico desenho Beavis and Butt-Head (adaptado aos costumes da nova geração) e de spin-offs de Jersey Shore.

Stephen Friedman, presidente da emissora, tenta seguir à risca aquilo que a sua audiência espera: um canal que seja pioneiro e saiba correr riscos.

Para ler mais sobre o assunto, veja o artigo, em inglês, publicado pela Associated Press.

O que os jovens fazem para mudar o mundo

por Victor Barbieri, em 04/05/2011 às 8h49

Por Victor Barbieri

No mês passado foi realizada em Nova York a segunda edição do TEDxTeen – um evento que teve como objetivo reunir alguns dos adolescentes que estão fazendo a diferença ao redor do mundo.

Organizada pela fundação norte-americana We Are Family, trouxe à discussão importantes temas trazidos pelos jovens ou que de um modo ou outro afetam as suas vidas. Os assuntos foram tão variados como em qualquer outro evento que leva o nome TED, e vale a pena gastar alguns minutos do dia vendo as apresentações já disponíveis no site. Entre elas, destacamos essa abaixo, sobre a importância do fracasso:

Influenciadores da cultura pop

por Victor Barbieri, em 27/04/2011 às 12h28

Por Victor Barbieri

Anualmente, a revista norte-americana publica a sua conhecida, respeitada e repercutida lista das 100 pessoas mais influentes no mundo. Políticos, economistas e empresários são figuras carimbadas, que sempre figuram em todos os cantos da lista – este ano, a presidente Dilma foi um dos destaques.

O site Flavorwire, porém, separou alguns nomes da lista para mostrar quais são os ícones pop mais influentes de 2011. A relação é eclética, e convida a uma reflexão a respeito das figuras que os jovens têm hoje em evidência na mídia para que usem como referência.

Deixando de lado gostos pessoais, é notável e respeitável a aparição de ídolos teen como o cantor Justin Bieber e o ator Chris Colfer, um dos astros de Glee – jovens que devem aprender a lidar com tamanha exposição e saber a força que  seus atos e palavras têm entre os adolescentes.

Blake Lively, atriz da série Gossip Girl também conquistou um lugar na lista, ao lado do músico Bruno Mars, dos atores Mark Wahlberg e do recém-oscarizado Colin Firth, além do estilista Tom Ford.

Entre os nomes relacionados a tecnologia e internet, não é necessário citar o óbvio Mark Zuckerberg, mas vale destacar o criador do jogo Angry Birds, Peter Vesterbacka, e o chefão dos estúdios Pixar, John Lasseter.

Veja a lista dos ícones da cultura pop mais influentes aqui e a lista completa da Time aqui.

Guia prático para a vida adulta

por Victor Barbieri, em 15/04/2011 às 1h34

Por Victor Barbieri

É normal que jovens adultos sintam certa dificuldade ao começar uma vida independente. Após anos vivendo com os pais e sem ter que se preocupar com questões importantes da vida adulta, dar os primeiros passos pode ser complicado.

Para auxiliar, surgiu nos Estados Unidos o site Splashlife – um guia de vida para jovens adultos, atualizado por diversos parceiros de conteúdo (de produtores de filmes a ex-presidentes de empresas). Traz respostas a dúvidas simples, de como pedir um aumento a como acabar com a insônia, e dá até dicas para declarar o imposto de renda. O site ainda tem artigos que ajudam a entender de maneira rápida e fácil fatos que acontecem pelo mundo, e incentiva também o compartilhamento e a troca de informações entre jovens.

A ideia de criar o Splashlife veio da cabeça de Melissa Helmbrecht, quando ela enfrentou dificuldades para terminar de pagar sua faculdade e teve que pedir dinheiro às pessoas em uma estação de metrô de Washington. Foi quando decidiu que, se conseguisse terminar os estudos, dedicaria o resto de sua vida a ajudar os jovens a encarar a vida adulta.

Jovens contra o bullying

por Victor Barbieri, em 12/04/2011 às 2h47

Por Victor Barbieri

Nos últimos meses temos visto muitos casos de bullying afetando jovens de todo o mundo. Alguns com consequências drásticas, incluindo diversos suicídios que aconteceram especialmente nos Estados Unidos. Outros, que flagrados por uma câmera, tornaram-se virais e fizeram de uma vítima um herói mundial.

Para incentivar os alunos que sofrem bullying, têm depressão ou apresentam comportamento suicida, mil estudantes da escola norte-americana Harrison High School participaram de um vídeo com pouco mais de 10 minutos. É interessante ressaltar que a participação nas gravações, que aconteceram em um sábado, era voluntária. E ainda assim conseguiu reunir vítimas de bullying e colegas que estão dispostos a oferecer apoio a quem sofre esse tipo de violência.

Veja o resultado abaixo – e repare que a primeira parte foi totalmente filmada de trás para frente. Aproveite também para conhecer o blog da Capricho totalmente dedicado ao assunto: Diga Não ao Bullying.

O que é ser jovem na China ?

por Victor Barbieri, em 04/04/2011 às 11h11

Por Victor Barbieri

Em resposta ao vídeo “We All Want to be Young”, produzido pela brasileira Box1824 e que fez grande sucesso nas redes sociais no ano passado, a Enovate, agência especializada em tendências jovem na China, criou algo parecido.
Em 3 minutos, é respondida a pergunta “O que significa ser jovem na China?”. Por ser um mercado que vem se tornando um dos mais importantes do mundo e onde moram 300 milhões de jovens, é interessante compararmos seu comportamento e cultura com o que temos visto no Brasil e em outros países ocidentais.

Caso não tenha visto a versão original de “We All Want to be Young” (ou se quiser rever), aproveite para assistir abaixo:

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