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Guia do Estudante lança nova ferramenta para ajudar o vestibulando
por NJovem, em 24/11/2011 às 9h13
O GUIA DO ESTUDANTE é referência para os jovens que estão terminando o Ensino Médio e buscam informações a respeito de universidades, carreiras e vestibulares.
Além das diversas publicações e eventos realizados ao longo do ano, o GE apresenta um site bastante completo que contém testes vocacionais, vídeos e um orientador profissional, que servem de auxílio aos estudantes ainda indecisos, e simulados para quem já se prepara para o vestibular.
Pensando neste momento, o GE traz uma nova ferramenta: a Revisão para o Vestibular, que inclui simulados e interatividade por meio de redes sociais. Para saber mais e descobrir como sua marca pode fazer parte deste projeto, visite nossa seção de Oportunidades.
Máquina de Profissões – Guia do Estudante
por NJovem, em 30/08/2011 às 8h26
O site do GUIA DO ESTUDANTE lançou, em outubro de 2010, o Máquina de Profissões, um teste profissional completo, contendo 60 questões que indicam diversas opções de cursos universitários de acordo com o perfil do internauta. Uma das funcionalidades da ferramenta é que o resultado pode ser compartilhado via Twitter e Facebook. Além disso, o questionário pode ser salvo e respondido em um outro momento.
Em janeiro deste ano, a ferramenta obteve 8,4 milhões* de pageviews, um crescimento de 76,4% em comparação ao mês anterior. O canal teve, no mesmo mês, mais de 7,2 milhões* de unique visitors.
Foram criadas cotas especiais de patrocínio para o Máquina de Profissões com uma série de benefícios exclusivos – para um ano ou seis meses. Veja abaixo.
Patrocínio 1 ano
Patrocínio – 6 meses
Conheça o teste clicando aqui. Para maiores detalhes entre em contato com nossa publicidade.
*Fonte: Google Analytics Jan/2012
Os números do marketing em mídias sociais
por Victor Barbieri, em 18/08/2011 às 3h08
O Mashable divulgou um infográfico com números curiosos envolvendo as mídias sociais e os resultados de campanhas baseadas nessas plataformas. Confira!
Como a internet está revolucionando a educação
por Victor Barbieri, em 04/07/2011 às 3h34
Por Victor Barbieri
A evolução da tecnologia tem permitido que mais pessoas tenham acesso à educação, e de formas mais variadas e abrangentes. O infográfico abaixo apresenta um compilado de informações a respeito do tema. Nos Estados Unidos, já são 25 mil cursos oferecidos online e 3 milhões de estudantes que usam exclusivamente ferramentas online para o aprendizado. Pelo menos metade de todos os alunos norte-americanos tem aulas online e metade desses tem mais de 26 anos – ou seja, a educação online abre as portas para pessoas mais velhas também.
Clique na imagem para ampliar.
Acesso à internet agora é direito humano básico
por Superinteressante, em 10/06/2011 às 5h30
Por Otavio Cohen

Se por acaso o seu acesso à internet for cortado, você já pode reclamar com a ONU. Um dos seus direitos estará sendo desrespeitado. É isso mesmo: navegar na rede agora é um direito humano básico assegurado pela Organização das Nações Unidas. Isso quer dizer que, além de ser tratado com respeito, de pedir informação, de mudar de opinião, de ir e vir, você também têm direito de acessar à internet.
O documento que oficializa a navegação na web como direito humano básico tem mais de 20 páginas e foi publicado pela ONU na semana passada (já faz um tempinho, mas não poderíamos deixar passar em branco, certo?). Nele, a organização enfatiza a importância da natureza “transformadora e única da internet”. De acordo com o texto (que você pode ver aqui, em inglês), o acesso à rede favorece o progresso da sociedade e permite que os usuários exercitem direito de opinião e expressão. Mas, na prática, o que muda?
Se você está lendo isso, pouca coisa muda na sua vida.. Mas lembre-se que tem muita gente por aí que enfrenta censura nacional e não pode entrar em qualquer site. Há alguns dias, dois terços do acesso à internet na Síria foi bloqueado sem aviso. O documento da ONU reage ao corte. “A recente onda de protestos em países do Oriente Médio e África do Norte mostrou o papel-chave que a internet pode desempenhar em mobilizar a população para pedir por justiça, igualdade e mais respeito aos direitos humanos. Sendo assim, facilitar o acesso à internet para todos os indivíduos, com a menor restrição ao conteúdo online possível, deve ser prioridade”, ressalta o relatório.
Agora você pode estar imaginando “mas como é que ninguém pensou nisso antes?”. Na Estônia, uma lei com os mesmos preceitos existe desde 2000 (naquela época em que você ainda usava ICQ e a internet era discada). Na Finlândia, a Justiça garante uma navegação com velocidade mínima de 1 megabyte por segundo. Essa é a internet do futuro: rápida e livre. Mas não vale reclamar com a administração da empresa que bloqueia aqueles sites que não te deixam trabalhar.
A dependência do mundo digital
por Victor Barbieri, em 09/06/2011 às 2h25
Por Victor Barbieri

Um estudo realizado com 500 universitários norte-americanos mostra a dependência digital que esses jovens alunos têm nos dias de hoje. Entre os entrevistados, 27% declararam que o item mais importante em suas mochilas é o notebook – contra 10% que responderam “livros” para a mesma pergunta.
A dependência chega a impressionar: 98% deles disseram possuir algum aparelho digital e 38% afirmaram não poder passar mais de 10 minutos sem checar um desses aparelhos. Pelas respostas, porém, não é um desperdício de tempo: 85% dos estudantes revelaram que a tecnologia faz com que economizem tempo durante os estudos.
Os estudantes também usam a tecnologia para atividades que antes envolviam lápis e papel, como trabalhos escritos (82%), pesquisas (81%), anotações durante a aula (70%) e apresentações (65%).
Saiba mais no nosso banco de pesquisas.
Buscador online ajuda a preservar a Floresta Amazônica
por Superinteressante, em 08/06/2011 às 9h44
Por Débora Spitzcovsky
Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia.
Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais. Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.
Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.
Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.
A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?
A vida digital hoje e em 2015
por Victor Barbieri, em 03/06/2011 às 12h45
Por Victor Barbieri

O ano de 2015 parece estar logo alí, por isso que é até estranho imaginarmos como a tecnologia e os hábitos de mídia poderão mudar em tão pouco espaço de tempo. Mas se nos lembrarmos dos nossos hábitos há cinco anos – em quais redes sociais nós estávamos ou quais celulares carregávamos conosco – podemos até nos surpreender.
Por isso vale a pena ver o video abaixo. Ele traz diversos dados interessantes sobre o consumo de mídia digital e de aparelhos eletrônicos nos dias de hoje e faz uma previsão do que mudará em 2015:
Nova York e a cidade digital do futuro
por Victor Barbieri, em 18/05/2011 às 12h41
Com as mudanças que a internet móvel tem provocado no dia a dia da população jovem, é cada vez mais crucial que órgãos públicos de todo o mundo enxerguem o potencial dos serviços que podem ser oferecidos aos cidadãos por meio dessa tecnologia.
O prefeito nova-iorquino Mike Bloomberg deu os primeiros passos para que sua cidade seja a capital digital do futuro, com a publicação do relatório intitulado “Achieving New York City’s Digital Future”. Ele traz, em suas 60 páginas, perfil de usuários de internet em Nova York e como eles se relacionam com as redes sociais e com os serviços online e móvies oferecidos atualmente pela prefeitura.
Entre os destaques da política digital da metrópole, há atualmente quatro aplicativos oficiais da cidade para smartphones – com eles, é possível descobrir desde onde há postos de distribuição gratuita de preservativos até se o usuário está sóbrio o bastante para dirigir. Entre os próximos passos, está o oferecimento de badges oficiais no Foursquare para os cidadãos que explorarem locais públicos da cidade.
Para ler o relatório completo, que traz até algumas dicas para agências e empresas que querem fazer ações de mídia social na cidade, clique aqui. No video abaixo, o prefeito Bloomberg responde questões enviadas por internautas sobre o plano arquitetado por ele:
O melhor do mundo digital
por Victor Barbieri, em 13/04/2011 às 5h48
Por Victor Barbieri
Com a presença massiva da música na internet, a MTV norte-americana resolveu produzir uma versão online da sua famosa premiação anual Video Music Awards.
Chamado de O Music Awards, a festa será transmitida via internet no final do mês. Entre as categorias que a diferenciam da premiação original, estão “melhor cover feito por fã”, “melhor dança viral”, “melhor blog de música independente” e “melhor serviço de descoberta de música”. Há espaço ainda para “melhor performance de animal” e “melhor gif animado”.
A votação será realizada por meio de redes sociais e o sucesso da premiação será medido por sua influência online, e não pela audiência. Ou seja, o quanto os jovens vão falar sobre o evento, os indicados e os ganhadores durante e após a transmissão, por meio do Twitter e do Facebook, será decisivo para saber se a experiência foi ou não um sucesso.
Quanto ao significado do “O” no nome da premiação, ninguém sabe ao certo. Os organizadores deixaram indefinido como uma referência às rápidas mudanças no mundo online.












