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Gadgets
por NJovem, em 04/12/2011 às 11h59
Nesta sondagem, revelamos como os jovens de 15 a 24 anos se relacionam com seus gadgets, identificando o uso, função e importância de cada um deles em suas vidas.
A sondagem mostra que a tecnologia é essencial para o jovem. A maioria se declara viciado e está sempre buscando informações sobre os últimos lançamentos no mercado. Os aparelhos tecnológicos que possuem são, principalmente, importantes na vida pessoal. Sem esses recursos, a comunicação, diversão e estudo são afetados.
Confira o material completo abaixo. Para fazer o download, clique aqui.
Nova sondagem mostra que os jovens admitem ser viciados em tecnologia
por NJovem, em 04/12/2011 às 11h59
A nova sondagem exclusiva do NJovem, realizada com 1.197 garotos e garotas de 15 a 24 anos (segmentados em dois grupos, 15 a 18 anos e 19 a 24 anos) revela como eles se relacionam com seus gadgets, identificando o uso, função e importância de cada equipamento em suas vidas.
A sondagem revela que a tecnologia é essencial para o jovem. A maioria se declara viciado e está sempre buscando informações sobre os últimos lançamentos no mercado. Os aparelhos tecnológicos que possuem são, principalmente, importantes na vida pessoal. Sem esses recursos, a comunicação, diversão e estudo são afetados.
Veja abaixo alguns destaques e clique aqui para ver o estudo completo.
- A câmera digital é um aparelho de posse mais feminina: 57% delas possuem câmera e, no caso deles, 32%.
- 92,7% de meninos e meninas entre 15 e 18 anos consideram que o notebook/laptop é muito importante em suas vidas, enquanto 64,9% dos representantes da faixa dos 19 aos 24 anos acham que esses equipamentos são os mais completos.
- 69,5% dos jovens usam seus gadgets mais de 5 horas por dia.
- Os mais novos geralmente trocam seus gadgets em um espaço de tempo mais curto que os mais velhos. Os aparelhos trocados com mais frequência são os smartphones, celulares e tablets. No caso da substituição, os meninos tendem a trocar seus aparelhos em um espaço de tempo menor do que as meninas.
- 74,2% da garotada de 15 a 18 anos utilizam planos pré-pagos de celular, percentual que cai para 64% entre os jovens de 19 a 24anos.
- 44% desse público é cliente da operadora de celular Tim; 32,7% da Vivo; 28,8% da Claro; 22,9% da Oi, e 2,3% da Nextel.
- Jovens de 15 a 18 anos gastam 355,8 minutos em ligações móveis, equanto os mais velhos (19 a 24anos) utilizam 295,43 minutos.
- 47% dos participantes da sondagem possuem pacotes de dados.
- 8 em cada 10 jovens entre 19 e 24 anos já baixaram algum aplicativo para o seu smartphone. A média de aplicativos baixados também é maior entre essa faixa etária, 40. Grande parte dos jovens baixa aplicativos todos os meses.
Veja os resultados completos aqui. E confira também as sondagens anteriores do NJovem.
Tendências para 2012: música, tv, mobile, tablets e redes sociais
por Victor Barbieri, em 16/11/2011 às 4h11
Texto original por Melanie Shreffler
Nós seguimos a cultura jovem e as tendências de mídia bem de perto ao longo do ano e estamos observando significativas mudanças nas atitudes e nos hábitos da Geração Y que terão um grande impacto em 2012 e além. Algumas dessas tendências, surgiram já há alguns anos, mas só agora estão se tornando realidade, enquanto outras, como os estudantes possuindo tablets, são resultado das rápidas inovações tecnológicas.
1. A posse de música acabou
A posse de música dará grandes passos para se tornar algo do passado. Os estudantes estão rapidamente adotando plataformas como Pandora e Spotify, fazendo da necessidade de possuir música, mesmo em formato digital, menos importante. Em menos de seis meses, o Spotify tornou possível para os fãs de música acessar coleções completas de artistas online, em seus tablets e telefones. Ficou mais fácil do que nunca carregar para todos os lados suas canções preferidas, todas organizadas à sua maneira, sem a necessidade de sincronizar ou fazer upload das músicas na nuvem. Para os jovens, não é mais uma questão de ser possível achar suas músicas favoritas online e ouvir no tempo livre; eles têm a expectativa de conseguir isso. E se eles não conseguem a música que querem por meio de serviços legais, eles vão achar um jeito de tê-las, mesmo que isso signifique baixar ilegalmente. As bandas que não estão presentes no Spotify – particularmente aquelas de rock indie que os estudantes gostam de “descobrir” – estão perdendo uma grande oportunidade de marketing gratuito pela integração do serviço com o Facebook, que posta o que os usuários estão ouvindo para que seus amigos vejam, curtam, comentem… E para que possam até mesmo passar a seguir diretamente esses artistas.
Enquanto essa tendência pode diminuir o valor das músicas individuais ou dos álbuns, ela adiciona valor a performances ao vivo, que não podem ser substituídas, como Jessica Robertson da MTV Hive falou recentemente. Shows também contribuem para a conexão pessoal que os fãs estão construindo com as bandas graças às mídias sociais.
2. Novos modos de ver TV
As redes de TV norte-americanas, principalmente aquelas direcionadas à Geração Y, estão tentando não passar pela mesma confusão de pirataria digital pela qual a indústria da música passou – elas estão finalmente se rendendo aos serviços de streaming. Nos meses finais de 2011, temos visto canais como The CW, Disney e ABC Family firmar parcerias com Netflix, Hulu e Amazon para oferecer seu conteúdo aos assinantes, com pouco ou nenhum atraso com relação à exibição original do show. As redes de TV perceberam que os Millennials não vão assinar serviços de TV paga caros quando eles podem ter televisão online – e montar suas próprias grades de programação – por apenas alguns dólares por mês. Então o que as companhias de televisão a cabo podem oferecer que os jovens valorizam? Acesso a internet. Isso é algo que os Millennials sempre vão precisar.
3. Ferramentas de compra mobile
Com metade da população com um smartphone no bolso, profissionais de marketing tentaram de todas as maneiras possíveis auxiliar e persuadir os consumidores a fazer compras pelo aparelho. De QR codes a aplicativos a páginas do Facebook a mensagens de texto, em 2011 tivemos de tudo. Em 2012, vamos aprender o que realmente funciona. De acordo com recente pesquisa sobre compras que os estudantes fazem na volta às aulas, as novas mídias não estão rompendo com o tradicional. Até mesmo os Millennials viciados em tecnologia não são tão receptivos às compras por QR codes. Surpreendentemente, preferem clássicos folhetos e inserções em jornais a páginas no Facebook. Isso não significa que marketing via novas mídias esteja destinado ao fracasso, mas significa que os profissionais de marketing devem aprender a comunicar melhor suas mensagens neste espaço. Mídia social significa conversa; os estudantes não querem que as marcas usem o Facebook e o Twitter como megafones para lhes comunicar produtos e ofertas; para eles, o propósito destes sites é a interação.
4. Estudantes carregarão tablets
Não, a maior parte dos estudantes não terá um iPad – apesar deles quererem muito um. Os preços ainda são muito altos e poucos ganharam um modelo dos seus pais. No lugar, eles serão orgulhosos novos donos de um Kindle Fire ou Nook Tablet, que oferecem algumas das mesmas funcionalidades de um tablet enquanto cabem no budget dos estudantes. E se eles já possuem um e-reader, eles podem transferir o histórico de compra para seu novo modelo. Esperamos que muitos estudantes desembrulharão alguns desses híbridos de tablet com readers no Natal. Não são substitutos para o iPad, mas são um passo na direção certa.
5. Twitter tomando conta
Um dos primeiros aplicativos que os estudantes vão instalar nos seus tablets é o Twitter. Enquanto o Facebook ainda é líder nas mídias sociais, os jovens estão cada vez mais usando o Twitter como uma espécie de filtro de mídia social. Os millennials já estão no Facebook grande parte de sua adolescência, fazendo centenas de amigos no site – eles adicionaram todo tipo de gente, desde pessoas aleatórias a familiares e marcas. Eles não querem desfazer amizades online (isso não é legal), então eles estão usando o Twitter como uma maneira de seguir apenas as pessoas e as marcas que eles realmente se importam em ouvir de forma regular. Apesar da rede ser mais aberta, parece mais particular porque eles gerenciaram suas conexões no Twitter, ao contrário da forma como usam o Facebook. Apesar dessa tendência começar de forma discreta, vai ganhar força quando mais jovens passam a fazer parte da rede para estar onde seus melhores amigos estão. O Twitter não vai substituir o Facebook, mas os jovens passarão mais tempo nele porque preenche um nicho particular.
Os integrantes da Geração Y também se cadastraram no Google+, mas apenas porque era a coisa cool a ser feita quando ele foi lançado. Eles acharam que a nova rede era repleta de novas possibilidades. Mas, na verdade, o Google+ falhou em tentar se diferenciar do Facebook, dando aos estudantes poucos motivos para investir seu limitado tempo em cultivar sua presença lá. Porém, o Google+ não está desistindo, mas ainda adicionando novas funcionalidades. Até o momento, porém, está lutando uma batalha já perdida. Esperamos para ver como as coisas se desenrolarão em 2012!
Os números por trás dos social games
por Victor Barbieri, em 17/10/2011 às 4h18
Os social games se tornaram uma grande oportunidade para desenvolvedores e patrocinadores, considerando tanto aqueles jogos dentro das redes sociais como os baixados em aparelhos móveis – entre 70 a 80% dos downloads em smartphones e tablets são games e 84% dos donos deste último usam o aparelho para jogos.
Veja mais números no infográfico abaixo, com dados do Mashable.
E conheça também o social game da SUPERINTERESSANTE, o Quiz City, e saiba como patrociná-lo aqui.
Uma geração móvel
por Victor Barbieri, em 14/10/2011 às 9h56
Os jovens adultos formam uma geração móvel. Seus smartphones já são parte essencial dos seus dias e são usados para mantê-los conectados, assim como seus notebooks, tablets e aparelhos de mp3 com conexão wi-fi. Em média, possuem 2,4 aparelhos conectados à internet, perfeitos para que compartilhem o que quiserem e onde estiverem nas redes sociais. Daqueles entre 18 e 34 anos, 28% usam aplicativos de localização diversas vezes por dia, seja para encontrar lojas, ou conectar com outros e fazer check-ins.
Confira mais no infográfico abaixo, produzido pela agência JiWire:
Smartphones e tablets como plataformas de compra
por Victor Barbieri, em 19/09/2011 às 2h10
O e-commerce nunca assustou os jovens consumidores. Aqueles que hoje compram de DVDs em sites brasileiros a camisetas em lojas online dos Estados Unidos se adaptaram fácil a essa modalidade de comércio. Para a geração que já nasceu conectada à internet, isso nunca foi arriscado e não foi necessário mudanças de hábito para incorporá-la ao seu dia a dia.
Agora, esses jovens dão alguns passos além e já passam a se interessar pelo m-commerce – o comércio mobile, feito por meio de smartphones e tablets. De acordo com pesquisas norte-americanas, cerca de 80% dos usuários destes gadgets pesquisam neles produtos ou serviços antes das compras, enquanto que 40% realizam a transação no próprio aparelho – número que deve aumentar ainda mais nos próximos anos.
Para saber mais, visite nossa página de Pesquisas.
Os jovens e o m-commerce
por NJovem, em 19/09/2011 às 1h54
Realizador: eMarketer
Local de realização: Estados Unidos
Público-alvo: 3.896 jovens
Resumo: Um relatório do eMarketer compila os resultados de três recentes estudos sobre a relação dos jovens com o comércio via telefone celular, chamado de m-commerce. Cerca de 60% dos integrantes da Geração Y dizem que é conveniente realizar uma pesquisa de preços ou uma compra pelo smartphone ou tablet (contra 31% das gerações mais velhas). Além disso, 50% afirmam usar esses aparelhos durante uma compra para pesquisa de produtos ou serviços – e a mesma porcentagem admitiu ter a tendência de realizar compras por impulso.
Entre os que realizam compras diretamente pelos seus smartphones, 37% gastam menos de cinco dólares por compra em média. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 80% das aquisições são downloads de músicas – e apenas 3% bens de consumo.
Veja os resultados completos aqui.
E-writers
por Victor Barbieri, em 09/06/2011 às 12h38
Por Victor Barbieri

O surgimento dos blogs permitiu que jovens ao redor do mundo pudessem expor suas opiniões e ideias. Agora, com a disseminação de outras ferramentas da web, como redes sociais e dispositivos móveis, alguns jovens estão canalizando a vontade de escrever para uma outra direção: criando livros.
O crescimento das vendas dos tablets, e-readers e e-books permite que essas mentes criativas vislumbrem um futuro em que seus textos literários poderão chegar mais facilmente às mãos de seus leitores, dependendo menos das editoras de livros impressos. Por ora, seus textos estão encontrando outras formas de veiculação mais curiosas, como o Facebook.
Diversos perfis hoje publicam capítulos periodicamente, por meio das Notas disponibilizadas na rede social. Alguns dos mais populares, em inglês, são Memoirs of a “Mean” Girl from London, Life In London (How Did I Cope?), Brianna; It’s a hard knock life e The Girl Who Cried R*pe.
Os jovens querem criar e querem ser ouvidos – ou lidos. Em um mercado digital, diversas possibilidades se abrem. E também para as marcas que estiverem dispostas a prestar atenção neles.
Outra iniciativa parecida, mas mais criativa, veio da cabeça de dois publicitários brasileiros: a obra portuguesa O Bom Inverno foi adaptada para o Facebook. Assim como tantas outras são adaptadas para o cinema ou para a televisão. Para acompanhar seu desenrolar, os usuários tinham que ser amigos do narrador da história e dos 17 personagens. Veja aqui.
O mercado das publicações digitais
por Victor Barbieri, em 28/04/2011 às 12h48
Por Victor Barbieri
Enquanto a Apple tenta atender a nunca satisfeita demanda pelo seu iPad 2 e a RIM lança o “flash-loving” Blackberry PlayBook com estardalhaço, o mercado de tablets e e-readers parece se consolidar. Diversas publicações ao redor do mundo estão migrando para a plataforma, incluindo no Brasil, que em breve ganhará as primeiras unidades do iPad “made in Brazil”.
Com base em um estudo desenvolvido pela Bain & Company (que pode ser lido por completo aqui), o site Visual Loop compilou os principais dados sobre o mercado no infográfico abaixo. Por ele, é possível ter um panorama do mercado – que ainda dá os seus primeiros (mas largos) passos – e do perfil do leitor. Ele é composto por mais homens do que mulheres, na faixa dos 20 aos 30 anos, e são majoritariamente de países desenvolvidos – nos quais a taxa de adoção da plataforma deve chegar a 15 ou 20% de suas populações no ano 2015.
O principal motivo para não migrar para essa novidade, de acordo com 41% dos entrevistados, é a falta de vontade em abandonar a experiência de leitura em papel. Com uma geração que já nasce com diversas telas ao redor, fica a dúvida se essa proporção se manterá nos próximos anos.
Somente nos Estados Unidos, 5% dos livros vendidos já são eletrônicos – e em janeiro deste ano, a Amazon anunciou que, pela primeira vez, vendeu mais e-books do que livros de papel – sem contar os de capa dura. Para cada 100 tradicionais entregues, 115 eletrônicos eram baixados. Anteriormente, havia anunciado que a terceira geração do seu leitor de ebooks Kindle tornou-se o produto mais vendido de sua história, ultrapassando o último livro da série Harry Potter.
Ninguém está anunciando o fim do papel. Porém, fica claro que o mercado, que até alguns (pouquíssimos) anos atrás tinha um futuro indefinido, agora parece se consolidar. Passa a representar a oportunidade de investimentos mais seguros para quem quer entrar no segmento ou começar a aproveitar as novidades que os aparelhos oferecem para produzir anúncios mais interativos e inovadores para seus consumidores.
De olho nas novas experiências e oportunidades que podem ser oferecidas a leitores e anunciantes, o Núcleo Jovem já levou a Superinteressante para o iPad e, em breve, será a vez da Mundo Estranho. Conheça mais desses projetos aqui e aqui, respectivamente.









