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As novas prioridades no ambiente de trabalho
por Victor Barbieri, em 07/11/2011 às 9h40
A Cisco divulgou novos resultados da sua pesquisa Connected World Technology Report (já falamos sobre ela aqui). Depois de revelar que os jovens preferem internet a namoro, agora o estudo realizado em 14 países mostra como o acesso àweb e às redes sociais pode influenciar a escolha de um trabalho. De acordo com ele, 40% dos universitários e 45% dos profissionais jovens aceitariam receber salários menores se tivessem mais acesso às redes sociais, mais escolha sobre os aparelhos que poderiam usar no trabalho e maior flexibilidade em trabalhar remotamente.
Veja abaixo um infográfico com o resumo dos resultados. Para saber mais, visite a seção de Pesquisas do NJovem.
O novo ambiente de trabalho
por NJovem, em 07/11/2011 às 9h01
Realizador: Cisco
Local de realização: Mundial
Público-alvo: 3.000 jovens de até 30 anos
Resumo: A Cisco divulgou novos resultados da edição 2011 do estudo Connected Technology World Report (para relembrar a primeira parte, veja aqui). Realizada em 14 países, com adolescentes e jovens adultos de até 30 anos, a pesquisa mostra como esse público se conecta à tecnologia. Nos novos dados apresentados, há uma ênfase maior na forma como os jovens lidam com a tecnologia no ambiente de trabalho. O salário perdeu um pouco da importância no momento da escolha de um novo emprego. No Brasil, 56% dos entrevistados consideram o valor recebido mensalmente como o fator mais importante para a tomada de decisão, mas a liberdade para uso de redes sociais ou de seus gadgets é mais importante do que salário para 26% deles.
Para 53% dos entrevistados brasileiros, o acesso às mídias sociais é tão importante que eles perguntariam sobre as políticas da empresa quanto a esse acesso na entrevista de emprego, já que esse seria um fator determinante para aceitar ou não o novo trabalho.
Veja o capítulo 2 do relatório aqui.
O bloqueio das redes sociais afasta os jovens do trabalho
por Victor Barbieri, em 02/08/2011 às 12h49
Por Victor Barbieri

Algumas empresas veem as redes sociais como um grande inimigo, que deve ser evitado a qualquer custo para que seus empregados mantenham o foco no trabalho. Em uma época em que se discute amplamente como se deve gerenciar a presença das empresas no Twitter e no Facebook, esse pensamento parece ultrapassado, ainda mais se levarmos em consideração que essas ferramentas também são ótimas para monitorar a resposta dos consumidores e os passos da concorrência.
As redes ainda funcionam como forma de comunicação e fonte de informação – se usadas de forma moderada, podem até mesmo aumentar a produtividade e o conhecimento dos funcionários. Não é à toa que, entre as cem melhores empresas para se trabalhar nos Estados Unidos, nenhuma bloqueie as redes sociais para seus funcionários. Mesmo porque, com o intenso uso dos smartphones e suas conexões 3G para acesso às redes, o esforço de uma companhia para o bloqueio pode ser em vão. Ela deve confiar nos seus empregados para que, assim como em todo o seu dia dentro do escritório, o uso que ele fará das mídias sociais seja moderado.
Para os jovens, essa atitude pode até mesmo afastá-los da empresa, como mostra o vídeo abaixo:
A Geração Y e o trabalho
por Victor Barbieri, em 01/04/2011 às 11h54
Por Victor Barbieri
Algumas das características que hoje associamos à Geração Y – dinamismo e impaciência sendo algumas delas – são muitas vezes mais características da faixa etária do que geracionais. Pessoas de outras gerações também demonstraram certos comportamentos quando tinham vinte e poucos anos que hoje são relacionados à Geração Y. O que faz dessa geração tão especial, porém, são as ferramentas que ela tem a sua disposição e que domina tão bem.
Hoje, um jovem pode facilmente colocar em prática uma ideia a partir do computador do seu quarto. Com isso, vemos mais jovens como presidentes de empresas – obviamente a maior parte delas com alguma relação com a internet. E eles estão levando para suas empresas um novo jeito de liderar, além de novos valores e culturas organizacionais. Qualquer um que já tenha visto os escritórios de empresas como Facebook e Google sabe do que estamos falando.
O desafio para profissionais da Geração X ou Baby Boomers que trabalham nesses locais é mudar seu estilo de trabalho (ou até adaptar os seus valores) para ter mais sucesso em um lugar comandado por jovens.
Com tantas mudanças na sociedade de consumo e nos perfis dos trabalhadores, empresas mais tradicionais veem também uma necessidade de mudança. Somente com muita ingenuidade uma companhia poderia achar que o perfil de seus líderes se manteria o mesmo das últimas décadas.
A predominância da Geração Y na sociedade fica cada vez mais clara, em um momento em que outras gerações têm que se adaptar ao seu modo de enxergar a vida – incluindo a profissional.
Leia mais sobre o envolvimento da Geração Y, as marcas e o mercado de trabalho no nosso banco de pesquisas.
Pesquisa divide jovens da Geração Y em 4 perfis
por NJovem, em 28/06/2010 às 2h25
Pesquisa realizada pelo IBMEC dividiu os jovens em 4 perfis profissionais diferentes.
Realizadores: IBMEC (Instituto Brasileiro de Mercados e Capitais
Local de realização: Brasil
Data: De 2007 a 2010
Público-alvo: Jovens nascidos nos anos 80 e 90
Resumo: Com o objetivo de entender “O que os jovens buscam no mercado de trabalho?” a pesquisa mapeou um grupo de estudantes de administração de diversas instituições e mostrou que os jovens possuem perfis heterogêneos. Lucia Oliveira, realizadora da pesquisa, definiu que a principal característica dessa geração é conseguir realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como conversar no MSN ouvindo múica e trabalhando no computador. Os 4 perfis profissionais definidos foram:
- Engajados
- Preocupados
- Céticos
- Desapegados
Os jovens e o sentimento
por NJovem, em 22/04/2010 às 1h58
Jovens sentem mais raiva que adultos
Realizadores: Scott Schieman (Universidade de Toronto)
Local de realização: Estados Unidos
Ano: 2010
Resumo: Uma pesquisa com 1800 pessoas nos EUA, a ser divulgada esse ano, concluiu que pessoas abaixo dos 30 anos sentem raiva com mais frequência que adultos. Segundo os pesquisadores – o autor principal está agora na Universidade de Toronto, Canadá – os jovens sentem com mais intensidade a ação de três fatores ligados a esse tipo de emoção: pressões relacionadas a tempo, falta de dinheiro e conflitos no trabalho. Esse último é um fator especialmente forte para mulheres.
Leia mais aqui.
O universitário paulistano
por admin, em 26/09/2009 às 1h07
Estudo sobre Jovens Na Mosca
Realizadores: Agência Na Mosca
Local de realização: São Paulo – capital e região metropolitana
Ano: 2009
Resumo: Cerca de 200 universitários fizeram parte da amostra do estudo da agência Na Mosca. A pesquisa é abrangente e propõe mapear comportamento, preferências e personalidades admiradas pelos jovens. Algumas conclusões: 63% concordam totalmente com a afirmação que a vida universitária é a melhor fase de suas vidas e 53% deles se preocupam com sua empregabilidade. Acreditam que personalidades como Serginho Groisman e Soninha entendem o universo jovem e Marcos Mion e o Repórter Vesgo só querem aparecer.
Uso da tecnologia no trabalho
por admin, em 29/07/2009 às 5h01
Millennials at the Gates
Realizadores: Accenture
Local de realização: Estados Unidos
Ano: 2009
Resumo: Pesquisa realizada pela Accenture com jovens adultos entre 14 e 27 anos mostra como eles usam a tecnologia no ambiente de trabalho. Entre as descobertas, 59% deles usam redes sociais, mas sem o apoio da área de TI.
Como jovens profissionais veem o trabalho
por admin, em 22/06/2009 às 5h17
The Reflexive Generation: Young Professionals’ Perspectives on Work, Career and Gender
Realizadores: London Business School
Local de realização: Global
Ano: 2009
Resumo: A London Business School realizou uma sondagem com diversos profissionais jovens para identificar como é a relação deles com trabalho e carreira. Como resultado, os participantes foram dividos em 3 grupos distintos com relação ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional – dos que veem o trabalho como prioridade aos que acreditam que longas jornadas podem prejudicá-los. Para os jovens, é importante trabalhos que os desafiem e, ao mesmo tempo, proporcionem prazer. Eles também disseram estar cientes de que suas carreiras vão ser bem diferentes das dos seus pais.
O valor do dinheiro
por admin, em 02/06/2009 às 5h26
Y Money Matters: Understanding Gen Y in 2009
Realizadores: Commonwealth Bank
Local de realização: Australia
Ano: 2009
Resumo: O banco australiano Commonwealth Bank apresenta os resultados de um estudo com jovens de 18 a 24 aanos com relação aos seus gastos pessoais. 93% dos entrevistados disseram que para atingirem seus objetivos de consumo eles pretendem economizar dinheiro. Com relação aos seus sonhos para os próximos 5 anos, 60% citam comprar um carro e 62% ir para o exterior em férias. Para 63%, a maior preocupação que têm no momento é com relação ao mercado de trabalho.









