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Prisão versus universidade
por Victor Barbieri, em 31/10/2011 às 10h07
O governo dos Estados Unidos historicamente gasta mais dinheiro com prisões do que com universidades. O custo anual de um prisioneiro na cadeia de New Jersey é de 44 mil dólares, enquanto que um aluno em Princeton custa 37 mil dólares ao estado. E na Califórnia, o custo por preso é o maior do país – já o custo por universitário é um dos menores.
Veja outros números curiosos no infográfico abaixo.
Para termos mais universitários no Brasil
por Fabio Volpe, em 22/08/2011 às 12h27
Uma pesquisa divulgada no início do mês pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) trouxe um dado muito interessante sobre o ensino superior no Brasil. Do total de alunos das universidades federais, 67% pertencem a famílias com renda mensal inferior a R$ 2 600. Ou seja, cai por terra aquele velho senso comum de que é apenas a população de maior renda que consegue entrar nas nossas universidades públicas.
Diante desse dado fica mais clara a importância da expansão que está ocorrendo na rede de universidades federais do país, que nos próximos anos deverá chegar a 63 instituições. Entre 2006 e 2010, já foram oferecidas 70 mil novas vagas nessa rede, um aumento significativo de mais de 60%.
Até aqui, temos a notícia boa. A ruim é que só o aumento das federais não basta para chegarmos a um nível decente de universitários no país. Hoje, apenas 14% dos brasileiros entre 18 e 24 anos estão matriculados no ensino superior. A meta do governo é levar esse número para 33% até 2020. O problema é que o Brasil não conseguirá atingir tal patamar contando só com as universidades públicas.
Vale lembrar que as universidades privadas são responsáveis por 74% das matrículas no país. E na rede privada o ritmo de crescimento das matrículas está desacelerando. Enquanto entre 2001 e 2005 o crescimento no número de matrículas atingiu uma taxa média de 12% ao ano, no período seguinte, entre 2006 e 2009, a taxa caiu para uma média de 7%, sendo apenas 4% de crescimento em 2009.
Para ajudar os alunos das classes C e D a terem condições de frequentar uma universidade privada, o governo criou importantes programas nos últimos, como o Prouni (que oferece bolsas integrais ou parciais para os alunos) e o Fies (que oferece financiamentos em condições especiais para os estudantes).
Mesmo com esses apoios, as matrículas nas universidades privadas começaram a patinar. Um dos motivos levantados por especialistas é que os programas do governo são focados em ajudar os estudantes de baixa renda a lidar com as mensalidades das instituições. Mas para quem é da classe C ou D existem outros custos que pesam no orçamento na hora de estudar – do preço dos transportes à compra de livros ou mesmo gastos com xerox.
Se quisermos continuar avançando no processo de inclusão dos brasileiros no ensino superior, teremos que lidar com essa questão o mais rápido possível.

A dependência do mundo digital
por Victor Barbieri, em 09/06/2011 às 2h25
Por Victor Barbieri

Um estudo realizado com 500 universitários norte-americanos mostra a dependência digital que esses jovens alunos têm nos dias de hoje. Entre os entrevistados, 27% declararam que o item mais importante em suas mochilas é o notebook – contra 10% que responderam “livros” para a mesma pergunta.
A dependência chega a impressionar: 98% deles disseram possuir algum aparelho digital e 38% afirmaram não poder passar mais de 10 minutos sem checar um desses aparelhos. Pelas respostas, porém, não é um desperdício de tempo: 85% dos estudantes revelaram que a tecnologia faz com que economizem tempo durante os estudos.
Os estudantes também usam a tecnologia para atividades que antes envolviam lápis e papel, como trabalhos escritos (82%), pesquisas (81%), anotações durante a aula (70%) e apresentações (65%).
Saiba mais no nosso banco de pesquisas.
Jovens e a dependência tecnológica
por NJovem, em 09/06/2011 às 2h25
Realizador: CourseSmart e Wakefield Research
Local de realização: Estados Unidos
Público-alvo: 500 universitários
Resumo: A pesquisa mostra o nível da dependência com relação aos aparelhos digitais que os jovens universitários apresentam hoje. Praticamente todos eles carregam aparelhos eletrônicos consigo durante o dia, sendo que 38% deles não passam mais de 10 minutos sem checar algum deles. Para 73% deles, o estudo sem algum tipo de tecnologia é impossível hoje.
Confira mais detalhes clicando aqui.
Benefícios da leitura na adolescência
por NJovem, em 24/05/2011 às 6h57
Realizador: Oxford University
Local de realização: Reino Unido
Público-alvo: 17.200 pessoas nascidas em 1970
Resumo: A pesquisa analisou a relação da leitura de livros aos 16 anos de idade com o estágio da carreira profissional aos 33. Os resultados mostraram que mulheres que liam na adolescência tinham 39% de chances de ter uma carreira mais bem-sucedida na vida adulta, contra 25% das que não liam. Entre os homens, o porcentual saltou de 48 para 58%.
O estudo também mostra que os adolescentes de 16 anos com pais que trabalhavam com administração ou vendas tinham mais chances de ir à universidade. Entre as meninas, o número subiu de 24 para 35%; entre os meninos, de 20 para 30%. Para os que liam livros e faziam outra atividade, como tocar instrumento ou ir a museus, a chance aumentou de 24 para 54% entre os garotos e de 20 para 48% entra as garotas.
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