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O desafio de avaliar cursos superiores
por Fabio Volpe, em 27/10/2011 às 1h00
Acaba de chegar às bancas a nova edição do Guia do Estudante Profissões, carinhosamente chamado de “Guião” aqui na redação. Hoje temos 11 publicações diferentes do Guia do Estudante, mas foi no “Guião” que tudo começou. Desde 1988 ele tem a difícil tarefa de avaliar a qualidade dos cursos superiores do Brasil, tendo iniciado essa missão sete anos antes de o Ministério da Educação fazer o mesmo.
Muitas pessoas não têm ideia do tamanho desse desafio. Por isso, eu gostaria de compartilhar com os leitores do blog alguns números que mostram a dimensão da avaliação:
. Nº de instituições: Em 2011, a equipe do Guia do Estudante entrou em contato com 2 035 instituições de ensino superior de todo país. De cada uma delas extraímos um relatório com mais de 100 informações diferentes.
. Cursos avaliados: Levantamos junto às instituições 10 692 cursos de bacharelado para serem avaliados. Foi necessário, então, procurar o coordenador de cada curso para o preenchimento de um questionário com informações detalhadas sobre ele.
. Padronização de nomes: Outro desafio foi agrupar em uma única nomenclatura diferentes nomes que um mesmo tipo de curso recebe. Exemplo: dependendo da instituição, o curso de Publicidade e Propaganda pode receber nomes como Comunicação e Marketing, Propaganda e Marketing, Comunicação Mercadológica… Apuramos as características de mais de 600 tipos de cursos com nomenclaturas diferentes para organizá-los em 219 carreiras.
. Notas colhidas: Para analisar a qualidade dos cursos, ouvimos 2 965 professores de ensino superior de todo o país. Eles deram um total de 55 453 notas para que conseguíssemos um mínimo de 5 notas para cada curso avaliado.
Como dá para perceber, não é fácil esse trabalho que se prolonga por oito meses. Há mais de duas décadas ele é feito com tanta seriedade que as estrelas da avaliação do Guia do Estudante se tornaram um selo de qualidade do ensino superior brasileiro.
Nem dá muito tempo de comemorar mais um ano de sucesso da avaliação. Em dezembro começa tudo de novo!
Guia das Cidades Universitárias – Guia do Estudante
por NJovem, em 26/10/2011 às 10h48
Um dos grandes desafios para os novos universitários muitas vezes é a necessidade de se adaptar não só a uma instituição de ensino desconhecida, mas a uma cidade onde eles não possuem família nem amigos. Visando facilitar essa transição, o site do GUIA DO ESTUDANTE trará um canal com um mapa e uma lista das 50 maiores cidades que possuem instituições de ensino público, com um breve resumo sobre cada uma delas e uma ficha avaliando custo de vida, bairros próximos à universidade, acomodações, opções de lazer e cultura, além de curiosidades sobre a cidade.
Mais uma ótima oportunidade do GE para quem quer expor sua marca aos jovens vestibulandos e universitários. Confira a proposta abaixo.
O Facebook, os alunos e as universidades
por Victor Barbieri, em 18/10/2011 às 10h47
O Facebook nasceu dentro de uma universidade e foi concebido exclusivamente para os universitários. Hoje, apesar de ser aberta a qualquer um, a rede social ainda tem um grande apelo junto a esse público. E os educadores percebem isso. Nos Estados Unidos, 82% das universidades possuem uma página no Facebook para se comunicar com potenciais novos alunos. E 60% dos estudantes têm suas universidades como “amigas”. Confira outros dados a respeito desse tema no infográfico mais abaixo.
O Mashable também trouxe um estudo sobre o tema. De acordo com a Universidade de Massachusetts, 100% das instituições de ensino pesquisadas usam mídias sociais, sendo que há quatro anos esse número era de 61%. O Facebook é a principal rede social utilizada – 98% das universidades entrevistadas estão presentes nele.
O site traz ainda sete maneiras criativas de como as universidades estão usando essa rede social para atrair e se comunicar com seus alunos. Entre elas, tours virtuais pelos campi, divulgação de produtos que levam o nome da instituição, páginas exclusivas para quem quer ingressar na universidade e até incentivando atuais alunos a realizar check-in na rede social, gerando possível interesse dos seus amigos que ainda estão no ensino médio. Confira os detalhes aqui.
E para conhecer esse estudo completo, visite nossa página de pesquisas.
Leia também, aqui no NJOVEM: Universitários tornam-se embaixadores de marcas
A adoção das mídias sociais pelas instituições de ensino
por NJovem, em 18/10/2011 às 10h20
Realizador: University of Massachusetts Dartmouth
Local de realização: Estados Unidos
Público-alvo: universidades norte-americanas
Resumo: O estudo mostra como as universidades norte-americanas estão usando as redes sociais para se comunicar com atuais alunos e potenciais. Entre as instituições pesquisadas, 100% usam mídias sociais, contra 61% de quatro anos atrás. O Facebook é a mais usada – 98% das faculdades e universidades possuem uma página no site (contra 87% no ano passado) e 84% um perfil no Twitter (contra 59%). E 68% dos entrevistados consideram tais ferramentas muito importante para atrair novos alunos para suas instituições.
Veja o estudo completo aqui.
Os estudantes e as redes sociais
por Victor Barbieri, em 29/04/2011 às 3h28
Por Victor Barbieri
Não há uma resposta definitiva para uma das grandes dúvidas dos educadores hoje: as redes sociais atrapalham ou não os estudos dos jovens? A verdade é que podem ajudar ou atrapalhar, dependendo da forma e intensidade com que são usadas – e essa análise fica ainda mais interessante ao lembrar que o Facebook surgiu justamente no campus de uma universidade.
Para trazer argumentos para os dois lados dessa discussão, o site Online Education publicou o infográfico abaixo, dividido em categorias como auto-estima, notas, atividades extra-curriculares e notas. Entre as descobertas: os usuários do Facebook participam mais de atividades nos campi de suas universidades, mas, ao mesmo tempo, estudam menos do que os não-usuários. E você, de que lado está?











